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Doenças hepáticas agudas e crônicas podem ser consequentes a lesões no parênquima hepático provocadas por agentes químicos, virais, farmacológicos ou outros componentes tóxicos, que alteram a estrutura morfológica e a capacidade funcional dos hepatócitos. De acordo com as alterações no metabolismo dos macronutrientes encontradas nas hepatopatias, todas as alternativas estão corretas, exceto:
Nas hepatopatias agudas e graves há diminuições da glicogenólise e da gliconeogênese, resultando em hipoglicemia e hiperlactacidemia.
Nas hepatopatias crônicas e agudas há o aumento da lipogênese hepática, diminuições na oxidação hepática de ácidos graxos e a síntese de LDL, resultando em uma esteatose hepática.
Nas hepatopatias agudas e crônicas há diminuição da síntese de proteínas plasmáticas e o aumento da liberação dos aminoácidos teciduais, resultando em hipoprotrombinemia/hipoalbuminemia e no aumento do catabolismo.
Na cirrose hepática há o aumento na degradação da insulina, resultando na hipoglicemia.