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Avalie a seguinte situação: Um nutricionista contratado para atuar no Programa Nacional de Alimentação Escolar ‒ PNAE ‒ identifica que o cardápio planejado para as escolas de um município não atende às necessidades nutricionais de crianças com doença celíaca, apesar de seguir as normas gerais do programa. Ao relatar o problema, a gestão municipal alega que não há verba suficiente para adaptações específicas e sugere que o nutricionista "simplifique" o planejamento, ignorando essa demanda.
Considerando o Código de Ética do Nutricionista (Resolução CFN nº 599/2018), a atitude ética e legalmente adequada a ser tomada por esse profissional é
documentar tecnicamente a inadequação do cardápio, propor alternativas viáveis dentro do orçamento e, se persistir a negativa, formalizar uma denúncia aos órgãos de controle do PNAE.
acatar a orientação da gestão e ajustar o cardápio conforme o orçamento disponível, pois o PNAE já possui diretrizes nutricionais mínimas que atendem à maioria dos alunos.
concordar em omitir a inadequação do cardápio em relatórios oficiais, alegando que, ao priorizar a imagem da gestão municipal, evitará cortes de verba que poderiam piorar a situação no futuro.
encaminhar as crianças com diabetes para atendimento em unidades de saúde, justificando que o PNAE não é programa de saúde.