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O aleitamento materno exclusivo é reconhecido como estratégia fundamental de promoção da saúde infantil, sendo recomendado por organismos nacionais e internacionais. Essa prática envolve não apenas a oferta de nutrientes, mas também proteção imunológica e adequada hidratação do lactente. No que diz respeito ao aleitamento materno, é INCORRETO afirmar que:
O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias.
Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve uma interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, em sua habilidade de se defender de infecções, em sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional.
Nos primeiros seis meses de vida, recomenda-se que o bebê seja amamentado exclusivamente, sendo desnecessária a oferta de água, chás e outros leites, mesmo em locais secos e quentes.
O aleitamento materno exclusivo é recomendável unicamente em contextos nos quais inexistam alternativas alimentares disponíveis ao lactente.
O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo).