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A adequada nutrição nos estágios iniciais do ciclo de vida exerce papel determinante sobre o crescimento físico, o desenvolvimento cerebral e a programação metabólica ao longo da vida. Nesse contexto, o aleitamento materno destaca-se como intervenção de alto impacto em saúde pública, sendo recomendado pela Organização Mundial da Saúde de forma exclusiva até os seis meses de idade, com manutenção associada à alimentação complementar saudável até dois anos ou mais.
Com relação ao aleitamento materno, analise as afirmativas abaixo.
Embora o aleitamento materno ofereça proteção imunológica nos primeiros meses de vida, seus efeitos sobre doenças crônicas, desenvolvimento cognitivo e desfechos socioeconômicos na vida adulta não são sustentados por evidências consistentes.
A redução do risco de sobrepeso, obesidade e diabetes tipo 2 associada ao aleitamento materno ocorre exclusivamente em crianças amamentadas de forma não exclusiva, não havendo benefícios adicionais para aquelas amamentadas exclusivamente.
Evidências indicam que o aleitamento materno exclusivo e prolongado está associado à redução do risco de doenças infecciosas e crônicas, melhor desenvolvimento cognitivo e proteção à saúde materna.
Apesar dos benefícios do aleitamento materno, a comercialização de substitutos do leite materno não interfere significativamente nas taxas de amamentação, tornando desnecessária a regulamentação e a fiscalização previstas no Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno.