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A Doença Renal Crônica (DRC) é uma síndrome clínica decorrente da perda lenta, progressiva e irreversível das funções renais. Várias manifestações clínicas caracterizam a síndrome urêmica, e a terapia nutricional tem o objetivo principal para atenuar as manifestações clínicas, especialmente os sintomas gastrintestinais e, por conseguinte, contribuir para a recuperação do estado nutricional. Diante disso, é correto afirmar:
A hiperpotassemia é uma condição frequente nos pacientes com DRC, principalmente naqueles pacientes em hemodiálise, assim, recomenda-se restringir alimentos ricos em potássio, especialmente frutas e hortaliças, leguminosas e oleaginosas.
A restrição hídrica é necessária para manter o balanço hídrico seja em qualquer condição clínica do paciente.
A ingestão de sal dietético é indicada, recomendando ingestão de 1000 a 3000 mg/dia ou de aproximadamente 5g de cloreto de sódio por dia para maior adesão dietética e melhoria das condições clínicas.
A menor oferta calórica torna-se fundamental em crianças nefropatas, pois controla a severidade da doença.
O consumo excessivo protéico é a principal conduta dietoterápica para o paciente com doença renal crônica, pois se restringe alimentos protéicos apenas na doença renal aguda.