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No âmbito da administração pública, as relações humanas no trabalho ultrapassam a mera convivência interpessoal, assumindo papel estratégico na construção de ambientes organizacionais éticos, colaborativos e orientados ao interesse público. Com base nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
As interações entre servidores públicos devem limitar-se estritamente aos vínculos hierárquico-formais estabelecidos na estrutura administrativa, sendo desaconselháveis práticas colaborativas que extrapolem tais delimitações institucionais.
A racionalidade técnico-administrativa que orienta a atuação estatal torna prescindível a valorização das relações interpessoais, uma vez que as decisões no serviço público devem fundamentar-se exclusivamente em parâmetros normativos e procedimentais.
A manutenção de relações humanas pautadas no respeito, na cooperação e na comunicação eficaz favorece a integração institucional, fortalece o trabalho em equipe e contribui para a elevação da qualidade dos serviços ofertados à coletividade.
A ética profissional no serviço público restringe-se ao cumprimento objetivo das normas legais vigentes, não abrangendo atitudes, valores ou comportamentos individuais manifestados no cotidiano laboral.
Os conflitos interpessoais, por constituírem fenômeno inerente à dinâmica organizacional do setor público, não exercem influência significativa sobre o desempenho institucional ou a eficiência administrativa.