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Um responsável técnico pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) está planejando a produção de refeições para uma escola que atende a 300 alunos em período integral, tendo como base as novas diretrizes do PNAE. No processo de elaboração do cardápio e gestão da cozinha, ele se depara com a necessidade de otimizar o uso de alimentos in natura e minimamente processados, garantir a segurança alimentar e nutricional, além de promover a aceitação dos escolares, considerando as especificidades da técnica dietética.
Nesse caso, a alternativa que apresenta uma ação CORRETA do Nutricionista, em conformidade com as diretrizes do PNAE e os princípios da técnica dietética, é:
Centralizar a decisão sobre a substituição de alimentos no cardápio na equipe de gestão da escola, sem a necessidade de parecer do Nutricionista, desde que os alimentos substituídos sejam de menor custo e maior praticidade no preparo.
Priorizar a utilização de alimentos processados em preparações doces, como biscoitos recheados e bolos com cobertura, para aumentar a aceitação dos alunos, uma vez que a resolução permite a oferta desses itens em até duas vezes por mês em período integral.
Ignorar a sazonalidade dos alimentos na aquisição, focando apenas na disponibilidade de grandes fornecedores para garantir o abastecimento contínuo e menor preço, já que a resolução não estabelece a obrigatoriedade de considerar a sazonalidade na compra.
Elaborar fichas técnicas para todas as preparações do cardápio, incluindo receituário, padrão de apresentação, ingredientes, valor nutritivo, quantidade per capita e custo, e garantir que os cardápios sejam adaptados para atender às necessidades alimentares especiais dos alunos, como alergias e intolerâncias.