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Uma Nutricionista atende uma mãe preocupada com seu filho de 8 meses, que apresenta episódios recorrentes de diarreia, vômitos e irritabilidade após a introdução de fórmula infantil à base de leite de vaca. Após a avaliação clínica e a confirmação do diagnóstico de Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV), a Nutricionista precisa orientar a mãe sobre as opções de manejo dietético mais adequadas para o lactente, considerando a gravidade dos sintomas e as recomendações das sociedades pediátricas. A mãe relata que o bebê não tem histórico de reações anafiláticas, mas os sintomas gastrointestinais são persistentes e afetam o ganho de peso. Diante desse caso, a alternativa que apresenta a conduta dietética MAIS APROPRIADA para a situação, em conformidade com as diretrizes de tratamento da APLV, é:
Recomendar a substituição da fórmula de leite de vaca por uma fórmula à base de proteína isolada de soja, devido à sua ampla disponibilidade e custo-benefício, especialmente porque o bebê já tem mais de 6 meses.
Orientar a mãe a utilizar uma fórmula à base de leite de cabra, pois, por ser de outra espécie animal, o risco de reação cruzada com a proteína do leite de vaca é minimizado, oferecendo uma alternativa segura e nutricionalmente completa.
Indicar uma fórmula à base de proteína extensamente hidrolisada, pois estas são eficazes na maioria dos casos de APLV, especialmente em lactentes com sintomas gastrointestinais.
Prescrever uma fórmula de aminoácidos livres como primeira opção terapêutica, considerando a gravidade dos sintomas gastrointestinais e o impacto no ganho de peso, garantindo a exclusão total de qualquer resíduo alergênico.