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As fórmulas para nutrição enteral pediátrica são indicadas quando a dieta habitual não supre as necessidades calóricas ou quando a via oral não é clinicamente viável. Sua produção industrial garante vantagens técnicas relevantes em relação às preparações artesanais, impactando diretamente na segurança e na eficácia da terapia nutricional.
Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeiro : Atheneu, 2017.
Acerca das características e indicações das fórmulas para nutrição enteral pediátrica, assinale a alternativa CORRETA.
A densidade calórica das fórmulas para nutrição enteral pediátrica é padronizada em 1,0 kcal/mL para todas as apresentações, sendo as formulações hipercalóricas reservadas para uso hospitalar em unidades de terapia intensiva pediátrica.
As fórmulas industrializadas apresentam como vantagens a menor manipulação no preparo, melhor adequação de viscosidade e fluidez, osmolalidade definida e completude nutricional, sendo por essas razões preferidas em relação às preparações artesanais.
As preparações artesanais elaboradas a partir de alimentos in natura e módulos de nutrientes constituem alternativa preferencial às fórmulas industrializadas, independentemente das condições clínicas ou de segurança sanitária.
As fórmulas em pó para nutrição enteral pediátrica têm indicação restrita à administração por via enteral, sendo seu uso por via oral contraindicado em razão da osmolalidade elevada e do risco de intolerância gastrointestinal em crianças com função digestiva preservada.
As dietas líquidas para nutrição enteral pediátrica podem ser administradas tanto por via oral quanto por via enteral, sendo sua escolha determinada pela preferência da família e pela palatabilidade da fórmula, independentemente das condições clínicas da criança.