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A Diretriz Brasileira de 2025 para o Manejo da Obesidade recomenda que a mudança de estilo de vida seja a base do tratamento para todas as pessoas com sobrepeso ou obesidade, independentemente do risco cardiovascular. No que se refere ao aconselhamento nutricional e à composição da dieta nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Padrões alimentares ricos em alimentos e minimamente processados são recomendados como referência, mas a in natura distribuição de macronutrientes deve priorizar exclusivamente carboidratos complexos em detrimento das proteínas, para preservar a função renal em pacientes obesos.
O déficit energético recomendado é fixo em 1.000 kcal/dia para todos os pacientes com obesidade, independentemente do peso corporal, da atividade física ou das comorbidades, sendo a dieta cetogênica o padrão alimentar de escolha por promover maior saciedade.
O consumo de alimentos ultraprocessados deve ser limitado apenas em pacientes com obesidade grau 3, pois em graus menores seu impacto sobre a composição corporal e a mortalidade cardiovascular é considerado irrelevante pela diretriz.
O aconselhamento nutricional deve focar na redução do tamanho das porções, no aumento do consumo de frutas, verduras e hortaliças e na redução de álcool e ultraprocessados, visando um déficit energético inicial de 500 a 750 kcal/dia, ajustado individualmente; padrões alimentares como Mediterrâneo e são referências recomendadas, adaptados à realidade DASH socioeconômica e cultural brasileira.
A dieta DASH é contraindicada para pacientes com obesidade e risco cardiovascular elevado por ser hiperlipídica e aumentar a ingestão de sódio e colesterol, sendo substituída pela dieta Mediterrânea como único padrão recomendado pela diretriz.