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Uma paciente com histórico cardiovascular relata alto consumo diário de óleo de milho, baixa ingestão de peixe e ausência de oleaginosas na dieta. Considerando esse caso, a alternativa que apresenta a correlação CORRETA entre o padrão alimentar e suas implicações metabólicas é:
Óleos de girassol e milho são ricos em ALA, favorecendo a síntese endógena de EPA e DHA.
O excesso de ácido linoleico compete com o ALA pela mesma via, reduzindo a produção de EPA e DHA e favorecendo um perfil pró-inflamatório.
O ácido araquidônico, presente em óleos vegetais, é o principal mediador inflamatório nesse caso.
A baixa ingestão de carne vermelha compensa o alto consumo de óleos vegetais, equilibrando a relação ômega 6:ômega 3.
A exclusão de oleaginosas e peixes não agrava o risco cardiovascular, pois o organismo é capaz de converter o ácido linoleico do óleo de milho em ômega-3 para equilibrar o perfil inflamatório.