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Paciente do sexo masculino, 69 anos, com diagnóstico de doença renal crônica estágio G3b (TFG estimada de 38 mL/min/1,73m²), é acompanhado em ambulatório de nutrição dentro de uma unidade de nefrologia. O paciente apresenta histórico de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, relata redução do apetite nas últimas semanas, porém mantém ingestão alimentar regular, sem sinais clínicos de desnutrição. Na avaliação nutricional, foi encontrado um Índice de Massa Corporal (IMC) dentro da faixa de sobrepeso, sem perda ponderal recente. O paciente em questão também relata que não realiza terapia dialítica no momento.
Considerando a conduta nutricional mais adequada para essa situação clínica, assinale a alternativa correta.
Prescrever ingestão proteica acima de 1,2 g/kg/dia, pois pacientes com TFG <60 mL/min devem receber maior aporte proteico para evitar perda muscular, independentemente da terapia dialítica.
Recomendar ingestão proteica entre 0,6 e 0,8 g/kg/dia, com ingestão energética adequada, podendo considerar valores mais próximos do limite superior devido à presença de diabetes mellitus.
Indicar restrição proteica extrema inferior a 0,3 g/kg/dia sem suplementação, visando reduzir a progressão da doença renal.
Substituir integralmente proteínas de origem animal por proteínas vegetais, pois há evidência suficiente para recomendar essa estratégia como padrão para todos os pacientes com DRC.
Prescrever ingestão proteica de 1,2 g/kg/dia independentemente da fase da doença renal, pois essa recomendação se aplica tanto a pacientes dialíticos quanto não dialíticos.