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A mortalidade por Doenças Cardiovasculares (DCV) constitui importante indicador de carga de doença, resultante da interação entre transição demográfica, padrões de exposição a fatores de risco e desigualdades socioeconômicas em saúde. A identificação de alterações cardiometabólicas subclínicas fundamentase na análise integrada de parâmetros antropométricos, hemodinâmicos e bioquímicos, que permitem a caracterização precoce do risco cardiometabólico.

Diante dos achados clínico-laboratoriais apresentados, pode-se inferir que o paciente apresenta:
excesso de adiposidade corporal com distribuição central, associado apenas a alterações metabólicas iniciais e discretas, com parâmetros glicêmicos, lipídicos e pressóricos dentro dos valores de referência.
conjunto de alterações cardiometabólicas concomitantes, caracterizado por adiposidade central, disfunção glicêmica limítrofe, perfil lipídico aterogênico e elevação pressórica em faixa não ideal.
eExcesso de peso com distribuição central, sem associação consistente entre os parâmetros metabólicos avaliados.
predomínio de alteração lipídica isolada, sem evidência de repercussão glicêmica ou hemodinâmica associada.
perfil metabólico compatível com ausência de repercussão clínica da adiposidade central no momento da avaliação.