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Durante a análise do cardápio mensal de uma rede municipal, o nutricionista constata a presença frequente de produtos ultraprocessados, baixa variedade de frutas e hortaliças e pouca utilização de alimentos produzidos por agricultores familiares da região. Embora as refeições apresentem quantidade energética aparentemente suficiente, o profissional considera necessário rever o planejamento.
Ao propor a reformulação do cardápio, pretende adequá-lo não apenas às necessidades nutricionais, mas também aos princípios de alimentação adequada e saudável, à cultura alimentar e à sustentabilidade.
Nesse caso, a decisão mais adequada é:
Reduzir a variedade de alimentos para facilitar o controle de estoque e diminuir os custos operacionais.
Priorizar produtos industrializados que apresentem composição nutricional padronizada e maior prazo de validade.
Ampliar a diversidade alimentar, priorizando alimentos in natura ou minimamente processados, considerando sazonalidade, cultura alimentar local, sustentabilidade e necessidades nutricionais dos estudantes.
Substituir preparações tradicionais por produtos prontos, buscando diminuir o tempo empregado pelas manipuladoras no preparo das refeições.