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Situação clínica recorrente que agrava casos de desnutrição podendo levar a quadros de desidratação e comprometer a recuperação de pacientes hospitalizados, a diarreia é caracterizada pelo aumento da frequência de eliminação de fezes semipastosas ou líquidas.
É classificada em osmótica, secretória, exsudativa e de contato mucoso limitado. Em relação às diarreias, é correto afirmar:
Lactobacillus casei e Bifidobacterium bifidum são exemplos de probióticos, e podem ser utilizados no período de remissão da diarreia com o objetivo de recuperar a flora bacteriana.
A oferta de alimentos que são fontes de celulose, hemicelulose tipo B e lignina é importante para auxiliar no controle do trânsito intestinal pela viscosidade que proporcionam e pela possibilidade de produzir ácidos graxos de cadeia curta.
Recomenda-se a oferta de líquidos e eletrólitos para repor as perdas, sendo interessante o uso da água de coco, por ser rica em potássio, e as bebidas isotônicas não devem ser ofertadas.
A diarreia exsudativa difere da secretória, pois a primeira é caracterizada pela perda de eletrólitos e de água pelo epitélio intestinal, enquanto a última é caracterizada pela eliminação de muco, sangue e proteínas plasmáticas.