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A deficiência de zinco afeta de forma semelhante grupos populacionais em países desenvolvidos e não desenvolvidos, e é normalmente caracterizada pela presença de anorexia, alterações no paladar com importantes repercussões para a saúde. Dentre as consequências da deficiência e ou toxidade de zinco para saúde, é INCORRETO afirmar:
A deficiência de zinco compromete a reparação dos tecidos, aumentando o tempo de convalescença em estados de doença, além de favorecer o retardo no crescimento e maturação sexual e esquelética.
A deficiência de zinco pode impedir ou dificultar o início da resposta imune nata pelos macrófagos e monócitos, o que pode estar associado ao fato de negros serem mais vulneráveis à tuberculose comparados com caucasianos.
Alterações no comportamento metabólico do zinco parecem ter relação importante com o processo inflamatório, pois a produção de citosinas estimula a síntese de proteínas transportadoras do mineral, comprometendo sua biodisponibilidade na presença de doenças crônicas.
A deficiência de zinco associa-se à doença de Crohn, doença celíaca, alcoolismo crônico, anemia falciforme, cirrose, acrodermatite enteropática.
O excesso de zinco está relacionado ao comprometimento do sistema imune, alterações no metabolismo lipoproteíco por reduzir as concentrações de HDL-colesterol, favorece a manifestação da anemia ferropriva e da deficiência de cobre.