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A deficiência de vitamina D de origem alimentar pode resultar de ingestão inadequada dessa vitamina, má absorção causada por ingestão insuficiente de gordura, insuficiência biliar ou pancreática. Já a capacidade de síntese cutânea de vitamina D é menor pela precária exposição solar. Dentre as consequências da deficiência de vitamina D para a saúde, é INCORRETO afirmar:
A deficiência de vitamina D compromete a absorção do cálcio, aumentando o risco de osteoporose e de fraturas ósseas em idosos.
A deficiência de vitamina D pode impedir ou dificultar o início da resposta imune nata pelos macrófagos e monócitos, o que pode estar associado ao fato de negros serem mais vulneráveis à tuberculose comparados com caucasianos.
A deficiência de vitamina D dificulta a secreção pancreática de insulina e o tratamento com o calcitriol melhora a função das células beta e a tolerância a glicose em animais.
A deficiência de vitamina D associa-se a maior risco de câncer de mama, câncer de próstata e câncer de colón, em função de seus efeitos autócrinos e parácrinos no controle da apoptose, da proliferação e da diferenciação celular.
Sugere-se que as concentrações séricas de Vitamina D exercem um importante papel no prognóstico da Síndrome Metabólica, uma vez que há evidências de associação positiva entre Vitamina D e parâmetros de resistência à insulina em indivíduos não diabéticos e com adiposidade e concentração plasmática de triglicerídeos em mulheres na menopausa.