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Paciente com diagnóstico de Pancreatite (PA) associada à hepatite alcoólica, 32 anos, casado, refere, há 2 meses, dor abdominal intensa, náuseas, vômitos e esteatorreia, sintomas dispépticos, melhorando com o uso de anti-inflamatórios. Foi encaminhado ao serviço médico, apresentando-se, na ocasião, orientado, consciente, deambulando. Nega tosse, febre, melena, hematêmese, intolerância alimentar e prurido cutâneo. Relata ser etilista há 12 anos. Peso Atual: 56kg, Altura: 1,72m, PCT 11mm, CB 23cm, Albumina 2,2mg/dL. Assinale a opção que NÃO constitui conduta dietoterápica adequada.
Prescreveu-se suporte enteral jejunal para manter a resposta imunológica e a integridade do intestino e reduzir a translocação bacteriana, na perspectiva de melhorar o desfecho clínico.
Pode ser usada tanto dieta elementar quanto homogeneizado de alimentos através de um tubo nasojejunal, uma vez que ambos exercem efeitos similares sobre a secreção da lipase pancreática e da quimiotripsina.
As necessidades energéticas são variáveis, e a glicose deve prover 60 a 70% das necessidades calóricas não proteicas, mas não deve ultrapassar a capacidade endógena máxima de oxidação da glicose (4-5mg/kg/minuto).
As espécies reativas de oxigênio e a lesão oxidativa relacionada estão implicadas no desenvolvimento da pancreatite aguda, em função de que se impõe a necessidade de suplementação de vitaminas e minerais antioxidantes.
A ascite e fístulas pancreáticas são comumente tratadas com análogos da somatostatina isoladamente ou em combinação com Nutrição Parenteral, este associado a melhores desfechos.