

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O valor nutritivo de um alimento pode ser atribuído pela quantidade de energia e de nutrientes contidos em sua composição. Refere-se, por exemplo, como valor nutritivo de uma laranja, a vitamina C presente nessa fruta, além da quantidade de fibra alimentar. Dessa forma, é possível classificar os alimentos segundo o conteúdo presente do nutriente na porção usualmente consumida em relação às dietary reference intakes (DRIs) – recommended dietary allowance (RDA) ou adequate intake (AI). Alimentos-fonte devem apresentar pelo menos 5% da DRI em sua porção usual, porém alimentos ainda mais ricos em determinados nutrientes podem ser chamados de boa fonte ou ainda excelente fonte.
PHILIPPI, Sonia Tucunduva; AQUINO. Rita de Cassia de. (org). Dietética: princípios para o planejamento de uma alimentação saudável. Barueri: Manole, 2015, com adaptações.
Acerca de alimentos-fonte, assinale a alternativa correta.
Alimentos considerados excelente fonte de um nutriente devem conter mais de 50% do valor diário de referência RDA ou AI na respectiva porção usual.
A recomendação de ingestão de cálcio é de 1.000 mg para homens e mulheres em idade adulta; portanto, um alimento excelente fonte de cálcio deve apresentar pelo menos 200 mg de cálcio por porção.
Um alimento boa fonte de colina deve apresentar pelo menos 100 mg de colina em uma porção usual, visto que o respectivo valor de AI é de 550 mg/dia. O ovo é conhecido como boa fonte de colina.
Leite e derivados são considerados as piores fontes alimentares de cálcio, visto que apresentam elevado teor de carboidratos e de proteínas, o que piora a biodisponibilidade do cálcio, assim como ocorre com o espinafre, que, apesar de elevado teor de cálcio, apresenta baixa taxa de absorção intestinal.
Em pesquisa realizada pela Embrapa para analisar o conteúdo de selênio nas castanhas do Brasil, observou-se que uma única castanha oriunda do estado do Amazonas apresenta em torno de 180 mcg de selênio, o que caracteriza a castanha do Brasil como uma má fonte de selênio.