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Segundo Lopes e Siqueira (2015), com relação ao padrão de colonização bacteriano e ao biofilme endodôntico, é correto afirmar que
os biofilmes infecciosos são fáceis de se detectar por métodos diagnósticos de rotina e são basicamente tolerantes às defesas do hospedeiro e às terapias antibióticas.
quanto maior a lesão perirradicular, menor é a probabilidade de se encontrar biofilmes bem organizados na porção apical da raiz dentária devido à falta de nutrientes.
as bactérias presentes na base do biofilme aderido às paredes do canal radicular são normalmente visualizadas em uma profundidade de 300 um no interior tubular.
o biofilme endodôntico, na maioria dos casos, se estende para a superfície externa da raiz radicular.
o processo de formação do biofilme endodôntico ocorre progressivamente no canal radicular à medida que o processo infeccioso migra em direção apical.