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As radiografias são comumente empregadas para avaliar os efeitos da doença periodontal sobre os tecidos de sustentação, e não a presença da doença em si, e acredita-se que forneçam estimativas válidas da extensão e da gravidade da periodontite destrutiva. A avaliação da perda óssea nas radiografias intrabucais é usualmente realizada analisando-se a profusão de características qualitativas e quantitativas do osso interproximal observado. Considerando esse contexto, são características a serem observadas, EXCETO:
A presença de uma lâmina dura intacta.
A extensão do espaço do ligamento periodontal.
O ponto de corte para perda óssea, ou seja, a distância entre a junção cemento-esmalte (CEJ) e a crista óssea considerada para indicar a ocorrência de perda óssea, que varia entre 3 e 5 mm em diferentes estudos.
A morfologia da crista óssea (aparência “plana” ou “angular”).
A distância entre a CEJ e o nível mais coronário no qual o espaço do ligamento periodontal é encontrado com sua espessura normal.


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