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A imagem do loop anterior deve ser avaliada em extensão e profundidade no planejamento de implantes dos incisivos superiores.
Certo
Errado
Segundo White & Pharoah (2022), em relação aos princípios de interpretação radiográfica, a terceira etapa para uma elaboração analítica e sistemática padrão para formulação do laudo radiográfico é analisar:
a periferia e a forma da lesão
as estruturas internas da lesão
a localização da região da lesão
os efeitos da lesão com as estruturas adjacentes
A radiografia interproximal avalia a imagem de coroas, porção cervical das raízes e cristas ósseas alveolares dos dentes superiores e inferiores. São indicações desse tipo de técnica radiográfica a
pesquisa de lesões cariosas interproximais e o estudo da relação anatômica entres dentes decíduos e permanentes.
avaliação de tamanho e a forma de câmara pulpar e de alterações no periápice.
pesquisa de raízes residuais ou dentes inclusos e o estudo de grandes áreas patológicas.
avaliação de nível ósseo e do comprimento total do elemento dentário
avaliação da adaptação marginal de restaurações e a pesquisa de lesões cariosas interproximais e oclusais.
A Radiologia Odontológica é uma especialidade que visa, através de imagens, a auxiliar o diagnóstico e o planejamento do tratamento das anomalias e patologias dentomaxilofaciais. As radiografias intrabucais, tipo “Bitewing”, estão indicadas para:
pesquisa de cárie oclusal, interproximal e reincidente
visualização dos ápices das raízes de dentes superiores
localização de dentes inclusos
dissociação de canais
Assinale o tipo de imagem referente à figura abaixo:

Fonte: WATANABE, Plauto Christopher A. Imaginologia e Radiologia Odontológica. 2. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2019. Pág. 483
Imagens tomográficas em planos axiais.
Imagens tomográficas em planos coronais.
Imagens tomográficas em planos axial, coronal e sagital.
Imagens tomográficas em planos axial e coronal.
Imagens tomográficas em planos coronal e sagital.


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Paciente, 48 anos, sexo feminino, melanoderma, apresentou-se para consulta odontológica com radiografia panorâmica, solicitada por um cirurgião-dentista para programação cirúrgica de raízes residuais. Ao analisar a radiografia, foram observadas áreas radiopacas permeadas por áreas radiolúcidas nas regiões posteriores da mandíbula (quadrante posterior direito e esquerdo). Na maxila, foram identificadas duas áreas radiopacas localizadas nos quadrantes posteriores de ambos os lados (direito e esquerdo). As lesões eram assintomáticas e não provocavam nenhuma alteração nas corticais; portanto, se tratava de achado radiográfico. Nenhuma outra informação da saúde da paciente foi digna de nota. Analise a radiografia a seguir:

Após análise dos aspectos clínicos e radiográficos, assinale a conduta correta a ser instituída para a paciente em relação às lesões observadas.
Solicitar dosagem de paratormônio, cálcio e fosfatase alcalina para investigar condições sistêmicas que estejam repercutindo nos ossos maxilares.
Realizar biópsia incisional de uma das lesões da mandíbula para se estabelecer o diagnóstico e, posteriormente, determinar a conduta a ser seguida.
Realizar biópsia incisional de uma das lesões em maxila, por serem menores e radiopacas, para se estabelecer o diagnóstico e, posteriormente, determinar a conduta.
Realizar biópsia incisional de uma das lesões da maxila e outra biópsia incisional de uma das lesões em maxila, por apresentarem aspectos radiográficos diferentes, para se estabelecer o diagnóstico e, posteriormente, a conduta a ser seguida.
Realizar biópsias nas lesões para se estabelecer o diagnóstico não é necessário, pois deve-se reforçar as medidas de higiene e realizar acompanhamento radiográfico para acompanhar a possibilidade de osteomielite por contaminação bucal.
Granuloma é tecido conjuntivo neoformado com inflamação crônica. Radiograficamente apresenta-se da seguinte forma:
extensa rarefação óssea periapical circunscrita, associada ao ápice de um dente em geral com deslocamento dos dentes vizinhos.
pequena rarefação óssea periapical circunscrita, associada ao ápice de um dente.
reabsorção da parede externa radicular.
reabsorção das paredes do interior do canal.
calcificação pulpar na câmara pulpar.
A interpretação radiográfica é crucial para o diagnóstico correto. Em uma radiografia periapical, qual estrutura anatômica aparece como uma linha radiopaca ao longo da raiz do dente?
Membrana periodontal.
Canal radicular.
Cemento.
Lâmina dura.
Dentina secundária.
Nos casos de doença periodontal infecciosa, a radiografia periapical é um método indireto fundamental para avaliar a quantidade de perda óssea, estimar a gravidade, determinar o prognóstico e avaliar o resultado do tratamento. Em relação ao que se deve considerar durante a análise radiográfica dos casos de periodontite, é possível afirmar que:
A imagem radiográfica tende a superestimar a gravidade da perda óssea.
A ruptura e a perda de definição da lâmina dura são a alteração radiográfica mais precoce na periodontite.
As radiografias periapicais são importantes para avaliar a morfologia e extensão do envolvimento das faces vestibular e lingual.
A perda óssea periodontal contínua e a consequente diminuição do espaço do ligamento periodontal resultam em imagem radiolúcida em formato de arco na porção mesial ou distal da crista óssea.
É importante que o clínico esteja familiarizado com as manifestações radiográficas de patologias na região orofacial. Sobre os aspectos radiográficos de lesões císticas e tumorais, é INCORRETO afirmar que:
As raízes dos dentes podem ser reabsorvidas tanto por tumores benignos quanto por malignos, mas a reabsorção das raízes está associada, mais comumente, a processos benignos.
Tumores benignos e cistos na mandíbula de origem odontogênica ocorrem no processo alveolar superiormente ao canal mandibular.
As displasias ósseas, assim como a displasia fibrosa normalmente reabsorvem os dentes adjacentes.
O ameloblastoma benigno geralmente é bem definido e frequentemente delineado por uma cortical. A borda é curva e em lesões pequenas e uniloculares o formato e a borda podem ser indiferenciáveis de um cisto.


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Certo cirurgião-dentista realizou uma radiografia periapical de um paciente no consultório e pediu à técnica em saúde bucal que fizesse o processamento. Assim que ela iniciou o processamento o telefone tocou; ela deixou a radiografia no revelador e acabou demorando demais na ligação. Em relação à imagem radiográfica, é possível afirmar que ela ficará
distorcida.
mais clara.
mais nítida.
mais escura.
Ao analisar uma radiografia periapical de rotina, observou-se a presença de uma lesão radiopaca circular, com contorno bem definido, 2 cm de diâmetro e aspecto de “bola de golfe”, rodeada por uma delgada e uniforme linha radiolúcida, aderida à raiz do elemento 46.
Assinale a hipótese diagnóstica para este caso.
Fibroma cemento-ossificante.
Displasia cemento-óssea periapical.
Odontoma composto.
Tumor odontogênico adenomatóide.
Cementoblastoma benigno.
De acordo com o livro “Radiologia Oral: Princípios e Interpretação”, de White e Pharoah (2015), sobre o exame radiográfico de crianças, analise as afirmativas a seguir.
I. A preocupação com a proteção radioativa é mais importante para crianças devido à sua maior sensibilidade à irradiação. Atenção especial deve ser dada aos procedimentos que reduzem a exposição, incluindo o uso de filmes rápidos, processamento adequado, dispositivos limitadores do feixe e uso de avental de chumbo e protetor de tireoide.
II. As radiografias nas crianças podem ser uma experiência interessante e desafiante. Apesar de os princípios das radiografias periapicais em crianças serem os mesmos do que os de adultos, na prática, as crianças apresentam considerações especiais devido às suas estruturas anatômicas pequenas e possíveis problemas de comportamento.
III. O tamanho diminuto dos arcos e dentição demanda o uso de filmes periapicais menores. O palato e assoalho bucal relativamente rasos podem requerer a modificação adicional no posicionamento do filme. Técnicas especiais radiográficas usando filmes oclusais para projeções extraorais têm sido sugeridas.
Estão corretas as afirmativas
I e III, apenas.
I, II e III.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
Com relação às estruturas maxilo-mandibulares observadas nas radiografias odontológicas, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O esmalte é o tecido mais radiopaco da cavidade bucal, devido à sua constituição altamente mineralizada; já a dentina é menos mineralizada, apresentando uma radiolucidez comparável à do osso.
( ) A lâmina dura é uma fina camada cortical óssea, que envolve a extensão das raízes. Apresenta-se como uma linha radiolúcida ao redor da raiz.
( ) O espaço pericementário corresponde à região do ligamento periodontal, apresentando-se como uma linha radiopaca, por ser altamente mineralizado, que contorna a porção periférica das raízes.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
V – V – F.
V – F – F.
V – F – V.
F – F – V.
F – V – F.
Radiograficamente, em um dente decíduo com indicação de pulpectomia para tratamento, pode ser observado
lesões perirradiculares, mas com integridade da lâmina dura.
lesões perirradiculares indicativas de necrose pulpar e reabsorções radiculares patológicas.
elemento dentário com 1/3 de reabsorção radicular, sem a presença de reabsorção interna.
elemento dentário sempre com 1/3 de reabsorção radicular, como também radiolucidez interradicular.


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As radiografias são comumente empregadas para avaliar os efeitos da doença periodontal sobre os tecidos de sustentação, e não a presença da doença em si, e acredita-se que forneçam estimativas válidas da extensão e da gravidade da periodontite destrutiva. A avaliação da perda óssea nas radiografias intrabucais é usualmente realizada analisando-se a profusão de características qualitativas e quantitativas do osso interproximal observado. Considerando esse contexto, são características a serem observadas, EXCETO:
A presença de uma lâmina dura intacta.
A extensão do espaço do ligamento periodontal.
O ponto de corte para perda óssea, ou seja, a distância entre a junção cemento-esmalte (CEJ) e a crista óssea considerada para indicar a ocorrência de perda óssea, que varia entre 3 e 5 mm em diferentes estudos.
A morfologia da crista óssea (aparência “plana” ou “angular”).
A distância entre a CEJ e o nível mais coronário no qual o espaço do ligamento periodontal é encontrado com sua espessura normal.
Paciente, sexo masculino, 32 anos, relata dor, há 5 dias, que está localizada no dente 37 e que piora com líquidos gelados. No exame radiográfico, observa-se lesão cariosa extensa. Nesse caso, o diagnóstico endodôntico é de
pulpite crônica.
nódulo pulpar.
pulpite reversível.
pulpite irreversível.
Sobre interpretação radiográfica e uso da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), nos casos de fraturas radiculares verticais (FRV), segundo Berman e Hargreaves (2021), é INCORRETO afirmar que:
a prevalência de FRV em dentes tratados endodonticamente foi relatada variando de 8,8 a 13,4%.
essas fraturas tipicamente ocorrem no sentido vestibulolingual e estão unidas às raízes, dificultando a visualização da fratura.
tal visualização, em uma radiografia convencional, é possível quando o feixe de raios X está perpendicular ao plano da fratura.
a detecção de fraturas radiculares verticais com espessura que variam de 02 a 04 mm foi considerada mais precisa com a TCFC que com a radiografia digital.
a presença de obturação do canal radicular nos dentes diminui a especificidade da TCFC na detecção de fraturas radiculares verticais; isso foi atribuído ao material radiopaco causando artefatos de listras que imitam linhas de fratura.
Ao se observar uma radiografia do elemento 16 observou-se duas variações de tonalidade distintas no elemento dentário. (1) Uma área radiolúcida na extremidade distal do elemento, e (2) uma área radiopaca na extremidade oclusal do elemento. Segundo seus conhecimentos de radiologia e imaginologia pode-se afirmar que dentre as opções abaixo aquela que melhor representa o motivo esperado das sombras radiográficas citadas na imagem, respectivamente, é:
(1) Câmara pulpar/ (2)anquilose radicular
(1) Lesão cariosa/ (2) Restauração em amálgama
(1) Esmalte/ (2) Dentina
(1) Restauração em amálgama/ (2) Câmara pulpar
(1) Restauração em Amálgama/ (2) Restauração em Resina Composta
Paciente realiza um exame radiográfico para revisão semestral e, no elemento 26, é encontrada cárie extensa, sem envolvimento pulpar e sem alteração periapical; e no elemento 46, cárie extensa com comprometimento pulpar e lesão periapical. Ao ser questionado em relação à sintomatologia, relata incômodo ao consumir alimentos gelados em região superior à esquerda, mas que cessa logo após o contato. No elemento 46, não relata sintomatologia alguma. Ao exame clínico, não apresenta edema ou fistula ou abscesso.
Qual é o melhor diagnóstico e a melhor conduta para os elementos citados?
Elemento 26: pulpite reversível e tratamento restaurador; elemento 46: pulpite irreversível e tratamento endodôntico.
emento 26: pulpite irreversível e tratamento restaurador; elemento 46: pulpite reversível e tratamento endodôntico.
Elemento 26: pulpite reversível e tratamento endodôntico; elemento 46: pulpite reversível e tratamento restaurador.
Elemento 26: pulpite reversível e tratamento endodôntico; elemento 46 necrose e tratamento endodôntico.


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