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Sobre interpretação radiográfica e uso da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), nos casos de fraturas radiculares verticais (FRV), segundo Berman e Hargreaves (2021), é INCORRETO afirmar que:
a prevalência de FRV em dentes tratados endodonticamente foi relatada variando de 8,8 a 13,4%.
essas fraturas tipicamente ocorrem no sentido vestibulolingual e estão unidas às raízes, dificultando a visualização da fratura.
tal visualização, em uma radiografia convencional, é possível quando o feixe de raios X está perpendicular ao plano da fratura.
a detecção de fraturas radiculares verticais com espessura que variam de 02 a 04 mm foi considerada mais precisa com a TCFC que com a radiografia digital.
a presença de obturação do canal radicular nos dentes diminui a especificidade da TCFC na detecção de fraturas radiculares verticais; isso foi atribuído ao material radiopaco causando artefatos de listras que imitam linhas de fratura.


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