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O Programa Saúde na Escola (PSE), do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação, foi instituído em 2007, considerando que a escola é um espaço privilegiado para práticas de promoção de saúde e de prevenção de agravos à saúde e de doenças. A articulação entre escola e unidade de saúde é, portanto, importante demanda do PSE. Sobre o PSE, assinale a alternativa INCORRETA.
São destacados o planejamento e o desenvolvimento de ações intersetoriais, com definição de prioridades para a saúde da população infantil local. Nesse aspecto, a saúde do escolar (saúde bucal, mental, triagem auditiva e oftalmológica) e a Educação Infantil (creches, pré-escola) devem estar contempladas.
Para o planejamento das ações coletivas que envolvam o uso de fluoretos, há várias estratégias de abordagem preventiva para os problemas de saúde coletiva: populacional, de grupos de risco e de indivíduos de risco.
A adesão ao PSE pressupõe que os municípios tenham a ESF, portanto este fator é determinante para a realização de ações coletivas de saúde bucal em escolas, a não adesão ao programa é impeditivo para que as eSBs realizem atividades coletivas com os escolares.
A estratégia de grupos de risco tem como objetivo identificar grupos ou comunidades que concentram mais problemas de saúde e intervir para modificar a incidência de doenças nesses grupos e reduzir as desigualdades. Como exemplo, pode-se citar a escovação supervisionada duas, três a quatro vezes ao ano em escolas que apresentam vulnerabilidades.
No caso em que o espaço social é representado por escolas, faz-se necessária articulação com a Secretaria de Educação.