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A epidemiologia do câncer bucal revela que essa neoplasia é um problema de saúde pública, com incidência crescente em várias regiões do mundo, especialmente em países em desenvolvimento, como o Brasil.
Embora as neoplasias malignas da cavidade da boca continuem sendo mais frequentes em pacientes jovens, vem sendo observado aumento da prevalência no câncer de boca e orofaringe na quinta e sexta década de vida.
O câncer de lábio inferior guarda estreita relação com a cor da pele, uma vez que a incidência é maior em indivíduos de pele clara que se expõem de forma demasiada à radiação solar sem a devida proteção.
Em relação à mortalidade por câncer bucal, destaca-se a neoplasia maligna da gengiva, prevalente entre o total de óbitos nessa categoria.
No Brasil, tem-se observado um aumento crescente na incidência de câncer bucal entre as mulheres em comparação aos homens.