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Tendo em vista a complexidade da fisiopatologia das Desordens Temporomandibulares (DTMs) e a anatomia intrincada da Articulação Temporomandibular (ATM), qual das seguintes alternativas é CORRETA sobre as mudanças específicas que podem ocorrer no côndilo mandibular em DTMs?
Em DTMs, o côndilo mandibular permanece anatomicamente estável. A dor e o desconforto são predominantemente devido a disfunções miofasciais, sem alterações morfológicas significativas no côndilo.
Em DTMs, o côndilo mandibular pode exibir alterações anatômicas como erosão, formação de osteófitos e esclerose subcondral. Essas alterações são manifestações de processos degenerativos articulares, evidentes em imagens de ressonância magnética.
Em DTMs, o côndilo mandibular pode sofrer hipertrofia e hiperplasia. No entanto, essas alterações são geralmente associadas a condições inflamatórias agudas, e não a processos inflamatórios crônicos.
Em DTMs, o côndilo mandibular sempre apresenta alterações anatômicas como atrofia e aplasia. Essas alterações são resultado direto de DTMs e não estão associadas a traumas ou condições congênitas.