Questões de Concurso sobre Acidentes e Complicações em Anestesia Odontológica - Página 2 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Acidentes e Complicações em Anestesia Odontológica

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
101 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Em um paciente de 27 anos de idade, que solicitava a remoção do dente 48 foi observado um quadro inusitado. Durante anestesia do nervo alveolar inferior, o paciente passou a relatar queixas de inchaço nos olhos, urticária em todo o corpo e dificuldade de respirar. Neste caso, assinale a alternativa que corresponde ao diagnóstico e a conduta que o profissional deve realizar diante do exposto.


A

Alergia à solução anestésica. Suspender a aplicação do anestésico e administrar corticoide ao paciente.


B

Crise hipertensiva. Suspender a aplicação do anestésico e administrar um betabloqueador ao paciente.


C

Superdosagem do anestésico. Suspender a aplicação do anestésico e monitorar o paciente.


D

Crise de Hiperventilação. Solicitar ao paciente para respirar dentro de um saco para elevar a concentração de CO2.

Paciente, sexo feminino, 20 anos, sem alterações sistêmicas dignas de nota, foi submetida a um bloqueio do nervo alveolar inferior para realização de uma restauração em resina composta, do primeiro molar inferior direito. Duas semanas após a realização do procedimento, a paciente retornou ao consultório relatando que a anestesia persistia. Sobre a parestesia, ou anestesia persistente, assinale a afirmativa correta.


A

Quando o nervo lingual é envolvido, não há possibilidade da perda do paladar.


B

O corte das fibras nervosas pela agulha é o principal mecanismo para o desenvolvimento do quadro.


C

A hemorragia dentro ou a redor da bainha neural e o edema após procedimento cirúrgico são causas da parestesia.


D

Trata-se de uma complicação que pode ser geralmente evitável, quando se emprega a técnica de bloqueio do nervo alveolar inferior corretamente.

O paciente refere sintomas compatíveis com parestesia, cuja etiologia está associada a alguns fatores, como:


I. Injeção rápida da solução anestésica.

II. Uso da solução anestésica articaína a 4% com epinefrina a 1:100.000.

III. Uso de anestésico com vasoconstritor fenilefrina a 1:2.500 em quantidade superior a 4 tubetes.

IV. Hemorragia ao redor da bainha de mielina provocada pelo procedimento anestésico.

V. Trauma provocado pelo bisel da agulha forçado de encontro ao osso durante o procedimento anestésico.


Está correto o que se afirma APENAS em


A

I, III e V.


B

II, IV e V.


C

I, II e IV.


D

I, III e IV.


E

II, III e V.

A aplicação do anestésico lidocaína a 2% com epinefrina a 1:100.000 foi efetuada em paciente com 25 anos de idade, sexo masculino, para a realização de cirurgia para extração do dente 18, que se apresentava incluso. Ao final do procedimento cirúrgico, foi administrado ao paciente 1 comprimido de Ibuprofeno, 600 mg. Após alguns minutos, o paciente relatou “ter de fazer algum esforço para respirar”, observando-se chiados respiratórios. A frequência cardíaca não sofreu alteração. O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de


A

choque anafilático decorrente da reação ao sal anestésico.


B

crise aguda de asma decorrente de reação ao corticosteroide.


C

hiperventilação decorrente de uma crise de ansiedade.


D

broncoespasmo decorrente de reação ao anti-inflamatório não esteroide.


E

edema pulmonar decorrente de reação ao vasoconstritor do anestésico.

“As doses máximas dos sais anestésicos são recomendadas em função da toxicidade dos anestésicos sobre o sistema nervoso central (SNC) e em doses maiores sobre o sistema cardiovascular (SCV)”.


Todas as alternativas abaixo apresentam sinais de superdosagem que podem aparecer após o uso de anestésicos locais, exceto:


A

Parestesia da região perioral.


B

Tremor.


C

Fala “arrastada”.


D

Trombose.


E

Convulsão.

Uma das possíveis complicações pós-bloqueio anestésico do nervo alveolar inferior é a parestesia.


De acordo com a literatura, os sais anestésicos com maior frequência reportada de parestesia pós-anestesia do nervo alveolar inferior são:


A

mepivacaína e epinefrina;


B

lidocaína e prilocaína;


C

articaína e corbadrina;


D

felipressina e levanordefrina;


E

articaína e prilocaína.

A hipertermia maligna (HM) é uma desordem farmacológica na qual uma variante genética no indivíduo altera a resposta dessa pessoa a algumas substâncias.


Sobre essa condição, assinale a afirmativa correta.


A

As manifestações clínicas agudas da HM incluem bradicardia, taquipneia, pressão arterial instável, cianose, acidose respiratória e metabólica, febre.


B

A síndrome é transmitida geneticamente por um gene autossômico recessivo.


C

Duas drogas foram associadas à maior prevalência de casos de HM: succinilcolina, um relaxante muscular esquelético (60% de todos os casos) e o anestésico por inalação halotano (40%).


D

É uma doença precipitada por certos agentes anestésicos que pode causar rigidez muscular e morte.


E

Os dois anestésicos locais (tipo amida) mais comumente utilizados, lidocaína e prilocaína, haviam sido administrados juntamente com outros agentes potencialmente deflagradores, nos casos em que a HM se desenvolveu.

Sobre as complicações derivadas do uso de anestesia local em clínica odontológica, é CORRETO afirmar:


A

Hematoma é a efusão sanguínea nos tecidos, resultante da ruptura de vasos, que resulta em pigmentação vermelha ou arroxeada na mucosa. Recomenda-se compressa morna no local por 24 horas (na forma de bochechos).


B

A úlcera traumática é a mais rara intercorrência anestésica em odontopediatria. Consiste na mordedura de tecidos moles insensíveis (lábio inferior, língua ou bochecha).


C

O trismo consiste na dificuldade de abrir a boca, cuja causa mais comum é o trauma no músculo. Recomenda-se, como conduta, realizar compressas mornas nas primeiras 48 horas, prescrever analgésicos por, no mínimo, três dias e prescrever antibiótico se houver infecção.


D

A parestesia é a perda prolongada da sensibilidade na região de abrangência do nervo anestesiado, devido à hemorragia na bainha do nervo. Os agentes mais associados à parestesia são a prilocaína e a articaína. Na maioria dos casos, necessita-se de correção cirúrgica.


E

A paralisia facial é uma reação permanente que ocorre quando a solução anestésica é injetada profundamente no espaço pterigomandibular e atinge o nervo facial. Observa-se relaxamento dos músculos da face. Não é necessário tratamento, apenas acompanhamento.

Conforme Malamed (2013), a parestesia ou anestesia persistente é uma complicação perturbadora, ainda que muitas vezes imprevisível, da administração de anestesia local. A resposta clínica do paciente a isso pode ser profusa e variada, incluindo sensações de adormecimento, inchaço, formigamento e prurido. Podem-se observar mordedura de língua, salivação, perda do paladar e impossibilidade de falar. São causas para a ocorrência de parestesia, EXCETO:


A

A injeção de uma solução de anestesia local contaminada por álcool.


B

Trauma na bainha do nervo produzido pela agulha durante a injeção.


C

A necrose na bainha do nervo ou ao redor dela.


D

A inserção de uma agulha em um forame, causando lesão no nervo.


E

A solução anestésica local por si pode contribuir para o desenvolvimento de parestesia após a injeção de anestesia local.

Paciente com 22 anos de idade, sexo feminino, tem indicação para extração do dente 46. A paciente não refere doenças crônicas na anamnese. A anestesia por bloqueio regional utilizando um tubete de prilocaína a 3% com felipressina a 0,03 UI/mL foi iniciada e, durante procedimento anestésico, a paciente passou a apresentar tremor nas mãos. O profissional interrompeu o procedimento e observou quadro clínico compatível com a sobredosagem do sal anestésico por injeção intravascular acidental.


A conduta do cirurgião-dentista consiste em


A

colocar a paciente em posição sentada.


B

afrouxar as roupas da paciente e afastar objetos perfurocortantes.


C

posicionar a paciente em decúbito dorsal.


D

encaminhar a paciente ao médico.


E

solicitar socorro de urgência.

Os anestésicos locais têm ação direta no miocárdio e na vasculatura periférica, modificando os eventos eletrofisiológicos que ocorrem no miocárdio de maneira semelhante às suas ações nos nervos periféricos. Entretanto, em geral, o sistema cardiovascular parece ser mais resistente aos efeitos de substâncias anestésicas locais do que o SNC. Assinale a alternativa que contém um dos sinais apresentados em função de superdosagem mínima de anestésicos locais, considerando os efeitos cardiovasculares e no SNC de níveis sanguíneos elevados de anestésicos locais.


A

Queda na pressão arterial.


B

Queda na frequência cardíaca.


C

Queda na frequência cardíaca.


D

Logorreia.


E

Depressão generalizada do sistema nervoso central.

A metemoglobinemia é uma condição na qual há o desenvolvimento de um estado semelhante à cianose na ausência de anormalidades cardíacas ou respiratórias.


Sobre metemoglobinemia, é correto afirmar que


A

o anestésico local que quando utilizado em alta quantidade, pode acarretar em metemoglobinemia é a mepivacaína.


B

o parabeno está presente na molécula de prilocaína. Quando a droga é biotransformada torna-se metil-parabeno, um composto capaz de oxidar o ferro ferroso em ferro férrico e de bloquear as vias da metemoglobina redutase.


C

os níveis sanguíneos máximos de metemoglobina ocorrem cerca de 1 a 2 horas após a administração da droga.


D

os níveis sanguíneos máximos de metemoglobina após a administração da droga persistem por 08 a 10 horas.


E

o tratamento definitivo dessa situação exige a administração IV lenta de azul de metileno a 1%.

Mulher, 68 anos, com história de hipertensão, apresentou-se ao serviço odontológico com dor espontânea referida ao terceiro molar inferior esquerdo. Ao exame radiográfico foi observado que o dente em questão se apresentava totalmente irrompido e com cárie extensa. Após uma criteriosa avaliação, um diagnóstico de pulpite irreversível associada ao dente 38 foi definido. Na anamnese, a paciente relatou que tomava diariamente um anti-hipertensivo da classe dos antagonistas dos receptores da angiotensina; porém, havia esquecido de tomar tal medicação no dia da referida consulta de urgência odontológica. Outras informações clínicas não foram dignas de nota. O tratamento proposto foi a exodontia do dente responsável pela dor com a utilização de uma solução de prilocaína 3% com felipressina (dois tubetes). Diante do quadro hipotético apresentado, qual o limite máximo da pressão arterial verificada no momento da consulta, para que a paciente possa se submeter ao tratamento preconizado, com um risco pequeno de resultado adverso?


A

< 120/80


B

≤ 140/90


C

< 140/100


D

< 160/100


E

< 180/110

Paciente apresentando queixas álgicas associadas ao dente 48 semi-incluso foi submetido a tratamento cirúrgico. Durante o procedimento, o profissional não conseguiu realizar uma boa anestesia sendo necessária a repetição da administração do anestésico local por várias vezes. De acordo com o fato relatado, qual fenômeno ocorreu durante a conduta do profissional, tendo em vista que sob o ponto de vista técnico o mesmo estava realizando a anestesia de forma correta?


A

Disestesia, já que a dor que o paciente referia teria na verdade uma origem neuropática.


B

Hipoalgesia, que reflete o aumento da sensibiliade da região inervada levando a desconforto doloroso.


C

Taquifilaxia, causando a diminuição da duração, intensidade e disseminação do anestésico com a repetição da infiltração.


D

Hipersensibilidade, já que o paciente mesmo estando anestesiado apresenta quadro de dor compatível com alteração de seu limiar de dor.

A metemoglobinemia tóxica ou adquirida ocorre após administração de altas doses de qual solução anestésica?


A

Lidocaína.


B

Prilocaína.


C

Articaína.


D

Mepivacaína.

As recomendações atuais para o manejo das reações anafiláticas com envolvimento do sistema respiratório e/ou cardiológico incluem o uso da epinefrina, na seguinte via de administração, concentração e dose, respectivamente:


A

Intramuscular (vasto lateral da coxa); 1.1000; máximo de 1 mL.


B

Subcutânea (deltoide); 1.1000; máximo de 2 mL.


C

Intramuscular (glúteo); 1.1000; máximo de 1 mL.


D

Intramuscular (vasto lateral da coxa); 1.1000; máximo de 2 mL.


E

Intramuscular (vasto lateral da coxa); 1.10.000; máximo de 1 mL.

A maioria das complicações da anestesia local na odontologia é passageira e reversível, mas, dependendo da gravidade, pode se tornar permanente. NÃO exibe relação direta com a ocorrência de parestesia:


A

Solução anestésica concentrada.


B

Hemorragia dentro ou ao redor da bainha de mielina.


C

Lesão ou irritação de fibras musculares por erro de técnica.


D

Lesão do nervo decorrente de técnica anestésica inadequada.

Considerando a anestesia local, a taquifilaxia pode ser entendida como o(a)


A

procedimento odontológico que ultrapassou a eficácia clínica do anestésico local e o paciente está sentindo dor.


B

potência e a duração do anestésico que aumentam.


C

anestésico que produz um bloqueio da condução em concentrações muito baixa.


D

aumento da tolerância a uma droga que é administrada repetidamente.

Paciente com 27 anos de idade, sexo masculino, busca atendimento odontológico para tratamento restaurador do dente 37. À anamnese, o paciente não refere doenças crônicas ou o uso de medicamentos de uso contínuo. A anestesia por bloqueio regional utilizando um tubete de prilocaína a 3% com felipressina a 0,03 UI/mL foi iniciada e, durante o procedimento anestésico, o paciente passou a apresentar tremor nas mãos. O profissional interrompeu o procedimento e observou que o paciente apresentava fala desconexa, enquanto relatava “tontura”, “zumbido no ouvido” e “visão sem foco”. O quadro clínico é compatível com a


A

sobredosagem do vasoconstritor por injeção intravascular acidental.


B

sobredosagem do sal anestésico por injeção intravascular acidental.


C

alergia ao bissulfito de sódio.


D

alergia a ésteres.


E

metemoglobinemia.

São consideradas reações adversas ao uso de anestésicos locais, principalmente quando aplicados diretamente no vaso sanguíneo, EXCETO:


A

Vasoconstricção local.


B

Toxicidade Sistêmica.


C

Hemorragia intracraniana, em pacientes suscetíveis.


D

Depressão do sistema nervoso central.


E

Aumento brusco da pressão arterial.

   
Gerar simulado