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Sobre a reação de cristalização do amálgama, assinale a alternativa INCORRETA:
A fase gama é 3 vezes mais resistente que a fase gama 1.
A fase gama é 7 vezes mais resistente que a fase gama 2.
Fase gama 2 é menos resistente.
Fase gama 2 é menos susceptível à corrosão.
Em determinadas situações clínicas que apresentam comprometimento estrutural das cúspides, as restaurações de amálgama são a única alternativa restauradora direta. Com isso, se faz necessário lançar mão de artifícios de retenção adicional, como pinos intradentinários, Amalgapins, técnicas adesivas especiais (amálgama adesivo) ou mesmo a realização de desgastes na estrutura dentária para se criar áreas retentivas. Visando adequada retenção mecânica, qual é o diâmetro considerado ideal (mm) para os orifícios confeccionados durante a técnica de Amalgapin?
0,6.
0,7.
0,8.
0,9.
Em relação ao material restaurador amálgama de prata, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Apresenta como característica de resistência mais favorável a resistência à tração, a qual demonstra valores mais elevados nas ligas de fase dispersa.
( ) Ligas de amálgama com alto conteúdo de cobre apresentam uma quantidade maior que 30% de cobre em peso na sua composição, sempre em forma irregular.
( ) Sofre um processo de corrosão no meio bucal, que pode ser em maior ou menor intensidade na dependência da quantidade de zinco presente na liga.
( ) O creep é a propriedade do amálgama de prata que representa o escoamento do material sob ação de uma força constante, e está diretamente relacionado à degradação marginal nas ligas com baixo conteúdo de cobre.
F – F – F – V
V – V – F – F
F – F – V – V
V – V – V – F
A restauração de amálgama é mais suscetível à fratura quando há
manutenção da parede pulpar paralela ao plano oclusal.
ângulos internos arredondados.
variações na profundidade da parede pulpar.
escultura rasa.
espessura igual ou superior a 1,5 mm.
O instrumental utilizado para realização de escultura de restaurações de amálgama, está indicado na alternativa:
Existem poucos materiais alternativos disponíveis no mercado, que são tecnicamente insensíveis como é o amálgama dental (MARSHALL; MARSHALL; ANUSAVICE, 2000). Sobre a etapa de condensação durante a confecção de uma restauração de amálgama, assinale a alternativa correta.
Uma vez inserido o incremento de amálgama na cavidade preparada, ele deve ser imediatamente condensado com pressão sufi ciente para remover os vazios e adaptar o material às paredes da cavidade.
A condensação é geralmente iniciada nas paredes da cavidade e, então, a ponta do condensador é direcionada gradualmente para o centro da cavidade.
Após a condensação de um incremento, a superfície deve ter uma aparência opaca. Isso indica que existe, nessa região, mercúrio sufi ciente para se difundir no incremento seguinte.
O procedimento de adicionar um incremento, condensá-lo e adicionar o seguinte deve continuar até o preenchimento da cavidade em excesso. Qualquer material rico em mercúrio que permaneça na superfície do último incremento, constituindo o excesso, não deverá ser removido durante a escultura da restauração.
Amálgama dentário é o solido resultante da combinação do mercúrio com uma liga específica que contem prata, estanho e cobre. Sobre esse material obturador podemos afirmar:
As fraturas, ou mesmo trincas dentais, não estão relacionadas com a presença de restaurações de amálgama.
As alterações dimensionais do amálgama ocorrem nas primeiras duas horas posteriores à aplicação.
As ligas ricas em cobre promovem acúmulo rápido de produtos de corrosão.
O preparo do amálgama junto a fontes geradoras de calor, tais como estufas e autoclaves, maximiza os riscos de intoxicação mercurial.
Considerando que o material de escolha para restaurar a cavidade foi o amálgama de prata, marque a alternativa que apresenta a etapa responsável por promover uma maior lisura da restauração antes da presa final:
Material obtido da mistura de mercúrio líquido com limalha de vários metais fundidos pelo processo denominado trituração. Trata-se de
resina.
ionômero de vidro.
policarboxilato.
fosfato de zinco.
amálgama dental.
De acordo com Baratiéri, sobre as restaurações de amálgama, é correto afirmar:
No procedimento de brunidura pré-escultura, o amálgama deve ser firmemente pressionado em direção às margens da cavidade, com um brunidor de diâmetro menor que a abertura vestíbulo-palatal/lingual do preparo.
Em restaurações pequenas e médias realizadas com ligas de cristalização lenta, a escultura deve ser iniciada imediatamente após a condensação.
A brunidura pós-escultura é realizada com brunidores com pontas arredondadas e com pressão suave da superfície dental para o centro da restauração.
Para ligas convencionais e mistas, os condensadores são utilizados em ordem crescente de diâmetro.
O acabamento e o polimento da restauração de amálgama devem ser realizados imediatamente após a brunidura pós-escultura.
O amálgama dentário é
material utilizado na confecção de próteses unitárias do tipo coroa dentária.
triturado com auxílio de monômeros, para aumentar a coesão da massa e, consequentemente, sua dureza superficial.
utilizado tanto como material restaurador cavitário quanto para obturação de condutos radiculares.
obtido a partir da reação da liga de amálgama dentário com o mercúrio que, na temperatura ambiente, se encontra em estado líquido.
Sobre os preparos e as restaurações classe II de amálgama, é correto afirmar:
As cunhas de madeira interproximais devem ser retiradas previamente à remoção da matriz.
A inserção e a condensação são iniciadas pela caixa oclusal.
A curva reversa de Hollemback proporciona um ângulo de aproximadamente 45 graus entre o amálgama e a superfície externa do dente.
Para reduzir o risco da fratura do amálgama, em especial na região das cristas marginais, a matriz deve ser cuidadosamente tracionada para oclusal e no mesmo sentido à face que estava o porta-matriz.
Para regularizar as paredes vestibular e palatal/ lingual da caixa proximal, proporcionando um ângulo cavossuperficial reto e bem definido, o instrumento de escolha é o machado para esmalte.
O amálgama odontológico é uma liga de mercúrio Hgº com limalha que contém prata (Ag); estanho (Sn); cobre (Cu) e a fórmula é dependente dos fabricantes. Algumas limas apresentam, também, índio (In); zinco (Zn); platina (Pt) e paládio (Pd). As proporções são variáveis de acordo com os fabricantes. Porém, como o mercúrio é um material altamente tóxico e, por ser utilizado como material restaurador, alguns cuidados devem ser tomados, entre os quais, uso
I. da menor relação possível de mercúrio na liga.
II. de amalgamadores mecânicos seguros, que não apresentem vazamentos de mercúrio.
III. de isolamento absoluto para evitar queda de amálgama na cavidade bucal, uma vez que a mucosa do assoalho da cavidade bucal é altamente permeável.
É correto o que está contido em
I, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Dentre os materiais utilizados nos consultórios odontológicos, o mercúrio presente no amálgama deve ser manipulado com cuidado devido a sua alta toxicidade. Sobre o mercúrio, assinale a alternativa incorreta:
A principal via de entrada é a inalatória, pela alta volatilidade do metal, mesmo em temperatura ambiente.
O micromercurialismo decorre da exposição a baixas concentrações, a longo prazo, caracterizando mais precisamente a doença ocupacional que pode afligir o Cirurgião-Dentista e auxiliares.
Deve-se manipular o amálgama de modo que evite o toque das mãos, usando EPI (luvas, máscara e gorro) e pinças clínicas.
É importante armazenar os resíduos de amálgama em recipiente de vidro fechado sem nenhuma solução no seu interior.
Para a restauração com amálgama ou resina composta de cavidades médias e profundas, é correto afirmar sobre os materiais preconizados para a proteção do complexo dentino-pulpar, que
a utilização apenas do verniz é suficiente, já que reduz a microinfiltração e a permeabilidade do amálgama e da resina.
pode-se utilizar apenas a hibridização, pois os adesivos promovem a necrose superficial do esmalte e consequente formação de dentina reparadora.
se deve forrar a cavidade primeiro com cimento de hidróxido de cálcio, e depois utilizar os adesivos dentinários que neutralizam a coloração do cimento, contribuindo para a estética da restauração.
o forramento com ionômero de vidro têm vantagens em relação ao cimento de hidróxido de cálcio porque promove o selamento dos túbulos dentinários e tem ação anticariogênica.
o cimento de fosfato de zinco é o melhor material para o vedamento e proteção do complexo dentino-pulpar.
O acabamento e o polimento das restaurações de amálgama visam, EXCETO:
Corrigir a oclusão eliminando quaisquer interferências que tenha permanecido
Concluir a escultura que não pode ser feita na primeira sessão.
Reduzir a aspereza das restaurações, reduzindo o acúmulo de placa
Regularizar os bordos da restauração facilitando a higienização
Aumentar a resistência do amálgama à corrosão
Nas restaurações de amálgama de prata pela técnica adesiva, o mecanismo de união do sistema adesivo ao amálgama baseia-se no emprego de um adesivo que tenha ativação química e que se unirá ao amálgama durante sua condensação na cavidade, proporcionando entre o adesivo e a restauração de amálgama uma união do tipo
A grande vantagem das ligas para amálgama com alto conteúdo de cobre é a redução da fase gama 2, mesmo quando a proporção entre liga e mercúrio está elevada.