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Os AINEs mais modernos possuem atividade seletiva sobre a enzima COX-1, principal enzima indutora do processo inflamatório, o que os destitui do indesejável efeito adverso sobre a mucosa gástrica dessa classe de fármacos.
A influência do pH na absorção e distribuição das drogas pode ser experimentada clinicamente quando se administram anestésicos locais em regiões infectadas, as quais, possuindo pH baixo determinado pelos produtos da inflamação, impedem a formação da base livre do anestésico, impedindo assim o seu desenvolvimento.
Apesar da possibilidade de acarretar um quadro de metemoglobinemia, a prilocaína é um anestésico que se utiliza com bastante segurança, pois apenas doses muito elevadas (acima de 400 mg ou cerca de 10 tubetes) ou quando infiltradas em pacientes portadores de metemoglobinemia idiopática ou congênita podem provocar tal quadro.
O mecanismo de ação de qualquer dos AINEs ocorre por inibição irreversível das enzimas COX (COX-1 e COX-2).
A clindamicina, derivado semi-sintético da lincomicina que a substituiu, por ser mais eficaz e melhor absorvida por via oral constitui importante antimicrobiano em cirurgia maxilofacial por causa de sua excelente concentração no tecido ósseo que chega a limites próximos dos níveis plasmáticos.
Para a exérese de um canino mandibular localizado próximo à linha média, é sempre indicada a anestesia dos nervos alveolar inferior e lingual do lado correspondente porque a técnica para bloqueio dos nervos mentoniano e incisivo, uni ou bilateral, de acordo com a localização do dente retido, é dificultada pela posição do forame mentoniano, o que leva a insucessos freqüentes no bloqueio desses nervos, além de ser necessário se fazer uma infiltração lingual para bloqueio do nervo lingual na área a ser abordada.
Os anestésicos locais do tipo éster também são drogas vasoconstritoras potentes.
Tecidos inflamados diminuem a penetração dos anestésicos, pois apresentam pH em torno de:
Em pacientes com alterações cardiocirculatórias, é contra-indicado o uso de anestésicos locais com vasoconstritores, devido ao risco acentuado de aumento dos níveis de pressóricos e da freqüência cardíaca.
A incidência de alergia aos anestésicos tópicos do tipo amida é mais comum que aos anestésicos do tipo éster.
O nervo trigêmeo é composto por duas raízes motoras pequenas e uma raiz sensitiva maior.
A utilização da anestesia pode servir como elemento de auxílio na localização do elemento causador da dor.
O principal local de biotransformação das drogas do tipo amida são os rins.
A adição de drogas vasoconstritoras aos anestésicos locais prolonga o tempo de ação anestésica e aumenta a toxicidade sistêmica do fármaco, aumentando seu poder de absorção.
Uma grande conquista cirúrgica do século passado foi o domínio da dor, graças ao talento e aos esforços do cirurgião-dentista norte-americano Horace Wells. Nesse sentido, na odontologia comumente utiliza-se o método de infiltração anestésica. Essa técnica apresenta duas variantes: a troncular e a terminal.
É mais difícil conseguir um bloqueio adequado nos tecidos infectados ou inflamados devido à escassez de moléculas capazes de atravessar a bainha epineural e à absorção de moléculas pelos vasos sanguíneos dilatados.