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A presença de bactérias pode fazer com que a gengiva comece a se soltar dos dentes, criando pequenos espaços ou “bolsões”, os quais impedem que ainda mais placa bacteriana se forme.
Certo
Errado
A adequação do meio bucal requer várias medidas para criar um ambiente favorável à paralisação da doença cárie e controle dos microrganismos cariogênicos associados a fatores retentivos de placa bacteriana. Uma das medidas consideradas eficazes é aferir o Índice de Placa Visível (IPV) do paciente e, a partir dele, orientar a escovação dentária. Para encontrar o IPV, é realizada evidenciação da placa bacteriana com evidenciadores à base de fucsina em todas as faces dos dentes, e o cálculo do índice é feito dividindo-se o número de superfícies contendo placa pelo número total de superfícies examinadas (O’Leary; Drake; Naylor, 1972). Ao aferir o índice, considera-se satisfatório um resultado:
Menor do que 25%.
Entre 25% e 35%.
Entre 25% e 40%.
Menor do que 50%.
Acima de 40%.
A periodontia é uma especialidade da odontologia que se concentra no estudo, no diagnóstico, na prevenção e no tratamento das doenças periodontais, que afetam as estruturas de suporte dos dentes. A gengivite é uma lesão inflamatória confinada à gengiva marginal livre e clinicamente apresenta mudanças no contorno gengival, perda de adaptação da gengiva ao dente, aumento do fluxo do fluido gengival e eritema. Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta o teste mais indicado para o diagnóstico de gengivite.
teste de sondagem de furca
teste à sensibilidade térmica
teste de percussão vertical e lateral
teste de mobilidade
teste de sangramento à sondagem
Em relação à avaliação da mobilidade dentária em Graus de acordo com Miller (1950), assinale a alternativa CORRETA:
Grau 2: Aumento da mobilidade dentária da coroa do dente em mais de 1 mm na direção horizontal.
Grau 3: Aumento da mobilidade da coroa do dente em mais de 2 mm sem interferir na função do dente.
Grau 1: Mobilidade fisiológica do dente.
Grau 4: Grave mobilidade da coroa do dente tanto na direção horizontal quanto vertical.
Considera-se um caso de remissão quando o sangramento é mínimo, há aumento da profundidade à sondagem, há perda óssea e os fatores predisponentes e modificadores não estão controlados.
Certo
Errado
“Paciente, 40 anos de idade, compareceu em um consultório odontológico para avaliação. Sua queixa principal era de sangramento ao escovar os dentes. O profissional optou, a princípio, por realizar o exame periodontal básico. No sextante inferior anterior, a situação encontrada foi: profundidade de sondagem de 2 mm; ausência de recessão gengival; sangramento à sondagem; e, presença de cálculo supragengival e subgengival.” Qual código deve ser atribuído a tal sextante?
Código 0.
Código 1.
Código 2.
Código 3.
Nos casos clínicos em que a cárie atinge o nível da crista óssea, sendo necessária a realização de cirurgia periodontal para restabelecimento do espaço biológico, o principal fator que deve ser levado em consideração na hora de decidir pela realização ou não de uma incisão do tipo “colarinho”, com remoção de tecido mole é
a altura da faixa de tecido queratinizado presente.
a extensão da osteotomia.
a altura do tronco radicular.
a idade do paciente.
a experiência do cirurgião.
Analise as afirmativas, identificando-as com V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas:
( ) A parede gengival da bolsa periodontal apresenta vários graus de alteração de cor vermelho azulado, flacidez e superfície lisa e brilhante. A flacidez é causada pela neoformação de fibras gengivais.
( ) Quando explorada com sonda periodontal, não ocorre dor à sondagem., pois a dor é causada somente quando há ulceração do aspecto interno da parede da bolsa.
( ) O exsudato encontrado nas bolsas com inflamação supurativa pode, muitas vezes, ser eliminado com a aplicação de pressão digital.
( ) A formação da bolsa periodontal inicia-se como uma alteração inflamatória na parede do tecido conjuntivo do sulco gengival.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
F F F F.
F F F V.
F F V V.
V V F F.
V V V V.
Ao realizar o periograma, o parâmetro clínico que deve ser aferido para identificar e mensurar a progressão da destruição do periodonto de sustentação associada com a periodontite é
sangramento à sondagem.
perda óssea.
profundidade de bolsa.
nível de inserção clínico.
grau de mobilidade dentária.
Como regra geral, a mobilidade pode ser graduada clinicamente segurando-se o dente firmemente entre os cabos de dois instrumentos metálicos ou entre um instrumento metálico e um dedo. Um esforço é então realizado para mover o dente em todas as direções. A mobilidade é graduada de acordo com a facilidade e extensão da movimentação dentária.
De acordo com a graduação de mobilidade, o grau III corresponde a
mobilidade de 0,1 – 0,2 mm no sentido horizontal.
mobilidade de 0,2 – 1 mm no sentido horizontal.
mobilidade apenas horizontal e excedendo 1 mm.
mobilidade ausente (dente anquilosado).
mobilidade horizontal acentuada com deslocamento vertical.
O exame clínico é a coleta de sinais e sintomas para que se possa elaborar hipóteses de diagnóstico. É o primeiro contato com o paciente.
São instrumentais utilizados no exame físico da cavidade bucal do paciente:
espelho bucal, colher de dentina e espátula número 1
espelho bucal, sindesmótomo e espátula 24
espelho bucal, cureta de Lucas e sonda de Nabers
espelho bucal, sonda exploradora e pinça de algodão
“É caracterizada por um espaço patológico entre a gengiva e o dente, geralmente formado pelo acúmulo de placa bacteriana na região. Resulta no rompimento da gengiva e na perda de toda a inserção ao redor do dente (gengiva, ligamento e osso), fazendo com que o dentre perca parte dos tecidos que o mantém aderido ao osso”.
O texto acima se refere:
Á necrose pulpar.
Á fratura radicular.
Á hipoplasia dentária.
Á bolsa periodontal.
Á cárie dentária.
Sobre os sinais e parâmetros clínicos avaliados no exame periodontal, o melhor sinal clínico de saúde (ausência de doença ativa) em um determinado momento é:
Ausência de profundidade de sondagem > 3 mm
Ausência de sangramento à sondagem
Ausência de recessão gengival
Ausência de perda óssea radiográfica
Ausência de cálculo
“Durante a realização de um exame clínico periodontal, o cirurgião-dentista observou no dente 11, na face vestibular, que a distância da margem gengival ao fundo do sulco gengival era de 3 mm. Neste mesmo dente e na mesma face, a margem gengival estava em uma posição mais apical e distante 2 mm da junção cemento-esmalte. Havia sangramento durante a sondagem dessa área.” Com base nessas informações, podemos afirmar que:
Havia 3 mm de recessão gengival.
O nível de inserção clínico era de 5 mm.
A profundidade de sondagem era de 5 mm.
A profundidade de sondagem era de 1 mm.
Onde a eritrosina é utilizada?
Aumento do pH da cavidade bucal
Fluoretos
Diminuição pH da cavidade bucal
Dentifrícios
Evidenciação de placa bacteriana
Ao examinar uma criança com 7 anos de idade, espera-se encontrar:
os pré-molares permanentes erupcionados
os primeiros molares permanentes erupcionados
os caninos inferiores permanentes erupcionados
os caninos superiores permanentes erupcionados
A mobilidade dentária é considerada um indicador de saúde periodontal. Se um paciente apresenta mobilidade em direção vertical, pode-se classificar como:
mobilidade grau 1
mobilidade grau 2
mobilidade grau 3
mobilidade grau 4
Na entrevista dialogada com o paciente, o cirurgião-dentista deve:
I. utilizar fichas contendo um conjunto de perguntas, às quais o paciente deve dar respostas concisas, como “sim”, “não” e “não sei”, para que as respostas sejam objetivas e não haja dispersão na entrevista.
II. colher informações por meio da participação ativa do paciente no processo, utilizando um roteiro que inclua tópicos como a história médica e a queixa principal.
III. prescindir das informações sociodemográficas, pois a consulta individualizada e humanizada é voltada especificamente a este paciente.
IV. ouvir a queixa principal e abordar possíveis vinculações com a história médica e odontológica do paciente.
V. coletar informações sobre hábitos como consumo de bebidas alcoólicas ou tabagismo, orientando o paciente sobre os efeitos nocivos destes hábitos à saúde bucal.
Está correto o que se afirma APENAS em
I, IV e V.
I, II e III.
I, III e IV.
II, III e V.
II, IV e V.
O odontograma é um formulário utilizado nos atendimentos odontológicos, no qual é descrita a situação em que se encontra cada elemento dentário, auxiliando na avaliação e planejamento do tratamento. Ele é dividido em quadrantes, notação e faces dentárias.
Considere a imagem a seguir:

Responda verdadeiro (V) ou falso (F) com relação à imagem acima e assinale a alternativa que traz a sequência correta:
( ) Dente 13 marcação na face vestibular.
( ) Dente 25 marcação na face oclusal.
( ) Dente 16 marcação na face mesial.
V - V - V.
F - F - V.
F - F - F.
V - F - F.
A recessão gengival é caracterizada pela migração apical da margem gengival, pode ser causada por diferentes condições e/ou patologias e é influenciada pelo fenótipo periodontal, resultante da combinação de fenótipo gengival (volume gengival tridimensional) com a espessura do osso alveolar vestibular (morfotipo ósseo). Para o diagnóstico, além de considerar a distância (em mm) da margem gengival à junção mucogengival, deve-se utilizar a transparência gengival da sonda durante a sondagem para a definição específica do fenótipo gengival. Com relação a esse último aspecto, assinale a alternativa que caracteriza os tipos possíveis.
Sonda visível caracteriza o fenótipo fino (≤ 1 mm) e sonda não visível caracteriza o fenótipo espesso (> 1 mm).
Sonda visível a 0,5mm de profundidade do sulco gengival caracteriza o fenótipo fino, visível a 1,0mm de profundidade caracteriza o fenótipo médio e visível em profundidades maiores o fenótipo espesso.
Sonda visível a 0,5mm de profundidade do sulco gengival caracteriza o fenótipo fino, não visível a 1,0mm de profundidade caracteriza o fenótipo médio e não visível em profundidades maiores o fenótipo espesso.
Sonda visível a 0,1mm de profundidade do sulco gengival caracteriza o fenótipo fino, visível a 0,5mm de profundidade caracteriza o fenótipo médio e não visível em profundidades maiores o fenótipo espesso.
Sonda visível caracteriza o fenótipo estratificado (<0,5mm) e sonda não visível caracteriza o fenótipo queratinizado (> 1 mm).