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Quando o cirurgião-dentista examina radiograficamente as estruturas que compõem a cavidade oral, deve utilizar as seguintes técnicas intra-orais:
periapical, para as zonas de maxila ou mandíbula, a fim de detectar fraturas, lesões ou dentes impactados.
panorâmica, para as zonas de maxila ou mandíbula, a fim de detectar fraturas, lesões ou dentes impactados.
interproximal, para diagnóstico de cáries nas superfícies proximais, adaptação de coroas e excesso marginais de restaurações
interproximal, usada para exame do dente e do osso alveolar que o rodeia.
oclusal, para diagnóstico de cáries em oclusal, adaptações de coroas e lesões periapicais.
A radiografia panorâmica, também chamada pantomografia ou radiografia rotacional, é uma técnica radiográfica que produz uma imagem única das estruturas faciais, incluindo a maxila e a mandíbula e suas estruturas de suporte. Suas principais vantagens são: uma completa visualização da anatomia, baixa dose de radiação e indicação para pacientes impossibilitados de realizar abertura de boca. Sua principal desvantagem é que a imagem resultante não revela detalhes anatômicos, somente vistos na radiografia periapical.
Assinale a alternativa correta. Para a localização de um dente supra-numerário na mandíbula, a técnica radiográfica mais utilizada é a:
panorâmica
periapical.
bite-wing
oclusal
A técnica de Clark é indicada para a localização de objetos. No caso de um mesiodente não-irrompido, por exemplo, quando outra radiografia é realizada, o dente parece mover-se contrariamente ao feixe de raios X, significando que ele está localizado no palato.
As principais vantagens da radiografia panorâmica são: ampla cobertura anatômica, baixa dose de radiação e nitidez de detalhes anatômicos.
Paciente do sexo feminino, 25 anos, apresenta três dentes supranumerários na região superior anterior. O exame radiográfico mostra que dois dentes supranumerários encontram-se superpostos a cada um dos incisivos centrais e o terceiro supranumerário encontra-se superposto ao incisivo lateral esquerdo. Utilizando o método de Clark, foi feita nova tomada radiográfica com desvio do feixe de raios X para a esquerda. Sabendo-se que a imagem do dente supranumerário superposto ao dente 11 deslocou-se para a esquerda, a do superposto ao dente 21 deslocou-se para a direita e a do superposto ao dente 22 para a esquerda, suas localizações são, respectivamente, por:
palatino; vestibular; palatino.
vestibular; palatino; vestibular.
palatino; palatino; vestibular.
vestibular; palatino; palatino.
vestibular; vestibular; palatino.
No caso das fraturas da maxila, a radiografia PA oblíqua da face, também conhecida como projeção de Waters, é a mais indicada.
Radiografias periapicais são muito importantes para a detecção de lesões de cárie em superfície oclusal.
O posicionamento da cabeça do paciente para a realização do exame radiográfico craniofacial requer o uso de linhas imaginárias. O plano de Frankfourt conecta a borda superior do meato acústico externo com a asa do nariz. Essa é uma linha de referência clássica.
A projeção posteroanterior — PA — é assim chamada porque os raios X passam da parte posterior para a anterior do crânio. O exame é utilizado para visualização de doenças e traumas e para a avaliação do desenvolvimento facial. Esse exame também oferece uma boa visualização nos casos de fraturas de mandíbula, especificamente na região de ângulo e ramo da mandíbula.
Na técnica da bissetriz, o feixe central de raios X é direcionado segundo um ângulo reto, imaginário, formado entre o eixo central do dente e o filme. Esse método resulta em uma imagem semelhante à altura do objeto. Se ocorrer uma inclinação do tubo de raios X, segundo uma angulação negativa, a imagem será encurtada.
Na técnica periapical da bissetriz, a distância ponto focal do filme é de
20 cm.
30 cm.
40 cm
25 cm.
10 cm
Distorção geométrica e sobreposição de imagem dentária, principalmente na região de premolares, são problemas associados à técnica radiográfica panorâmica.
Um paciente de 31 anos de idade apresentava artrite reumatóide, diagnosticada, inicialmente, nas pequenas articulações dos dedos e, mais tardiamente, envolvendo a ATM. Uma radiografia lateral da ATM revelou erosão, seguida de mobilidade reduzida do côndilo. Nessa situação, uma radiografia extrabucal convencional, de modo geral, não seria suficiente para um diagnóstico completo.
Há três erros mais comuns na interpretação radiográfica de cáries oclusais: a superposição de esmalte das cúspides sobre áreas cariadas pode mascarar a lesão; o descuido na análise de fina translucidez que primeiramente aparece na junção esmalte-dentina; a má interpretação de cárie vestibular como cárie oclusal. Uma radiografia obtida pela técnica do paralelismo é o exame mais indicado para diagnóstico de cáries oclusais.
Para realizar a exodontia do dente 23 incluso, que apresenta um cisto associado à coroa, o acesso cirúrgico determinará o resultado do exame radiográfico realizado
pela técnica interproximal que sugere sua proximidade com o seio maxilar.
pelo método de Clark que sugere sua proximidade com o seio maxilar.
pela técnica panorâmica que sugere sua localização vestibular ou lingual.
pelo método de Clark que sugere sua localização vestibular ou lingual.
pela técnica periapical que sugere sua proximidade com o seio maxilar.
Uma radiografia deve ser considerada tecnicamente boa quando apresenta:
um máximo de detalhe e um grau médio de densidade e contraste.
um máximo de contraste e detalhe e um grau médio de densidade.
um máximo de densidade e detalhe e um grau médio de contraste
um máximo de densidade e um grau médio de detalhe e contraste.
Para a realização de tomada radiográfica oclusal total da maxila em um paci-ente adulto (filme de 5,7 x 7,5 cm), deve-se posicionar o paciente com a linha de orientação trágus à asa do nariz paralela ao plano horizontal e angulação vertical do feixe de raios de +65º e angulação horizontal de 0º. A área de incidência dos Raios-X deve ser:
Ápice nasal.
3 cm atrás da comissura palpebral externa.
Glabela.
Forame infra-orbitário.