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Nos Parâmetros Curriculares Nacionais: Orientação Sexual, discute-se que, desde muito cedo, são transmitidos padrões de comportamento diferenciados para homens e mulheres. O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. Ou seja, a formulação de tal conceito toma o desenvolvimento das noções de masculino e feminino como construção social.
A discussão sobre gênero na escola provoca desentendimento social, pois corrompe os valores da família.
As diferenças não devem ficar aprisionadas em padrões preestabelecidos, mas podem e devem ser vividas a partir da singularidade de cada um, apontando para a equidade entre os sexos.
Os profissionais da educação devem agir com neutralidade pedagógica, tendo em vista que meninas e meninos são iguais.
A diferença biológica entre os sexos é inata e, portanto, determinante na definição do gênero das crianças.
A noção de gênero é nociva porque desvirtua o preceito constitucional de que homens e mulheres são iguais perante a lei e, por isso, devem receber o mesmo tratamento.