Etelvina, educadora de uma creche, observa que Gael, de...
Imagem de fundo

Etelvina, educadora de uma creche, observa que Gael, de...

Etelvina, educadora de uma creche, observa que Gael, de três anos, está mais falante. Gael tem falado sozinho e, entre outras coisas, diz a si mesmo: “Gael vai pegar o carrinho...”, “Gael vai fazer xixi...”, “Vou pegar a cadeira e subir ali...”, que são manifestações de fala egocêntrica.


Segundo Marta Kohl Oliveira (2010), em Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, é correto afirmar que, de acordo com Vygotsky, a fala egocêntrica


A

é utilizada como forma de se comunicar, de manter contato social e diálogo com outras pessoas. Também é utilizada intencionalmente pela criança, para alertar os outros indivíduos sobre as ações que ela planeja realizar.


B

refere-se ao significado da palavra para cada indivíduo, é composta de relações que dizem respeito ao contexto de uso das palavras e às vivencias afetivas do indivíduo.


C

acompanha a atividade da criança, começando a ter uma função pessoal, ligada às necessidades do pensamento. É utilizada como apoio ao planejamento de sequências a serem seguidas, como auxiliar na solução de problemas.


D

seria uma transição entre estados mentais individuais não verbais, de um lado, e o discurso socializado e o pensamento lógico, de outro. O autor acredita que esse tipo de discurso postula uma trajetória de “dentro” para “fora”.


E

relaciona-se ao sistema de relações objetivas que se formou no processo de desenvolvimento das palavras, consistindo-se em um núcleo relativamente estável de compreensão das palavras, compartilhada por todos que a utilizam.