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Goldschmied (2006) afirma que os acessos de raiva são extremamente comuns em crianças muito pequenas e provavelmente estão relacionados, entre outros motivos, à incapacidade de reconhecer suas próprias necessidades e às frequentes frustações que vivenciam. Às vezes, o acesso de raiva pode ocorrer muito repentinamente, com a criança se jogando ao chão, gritando e esperneando. De acordo com Goldschmied, em momentos como esse,
as palavras com voz firme e ordens precisas do educador ajudam a criança a sair de seu momento ensimesmado e trazem-na de volta à realidade externa e às regras sociais.
deve-se buscar estratégias para “frear” a crise de raiva, sendo uma boa tática ignorar a birra da criança, afastando-se e indo para outro ambiente, deixando-a chorando no chão.
deve-se telefonar ou enviar bilhetes aos pais para questionar o que está acontecendo com a criança e determinar que os pais a encaminhem para atendimento psicológico.
o adulto pode ser mais útil ficando perto, talvez sentado, dedicando sua atenção e ficando disponível, mas sem intervir, até que a criança torne a se acalmar.
o educador precisa levantar a criança do chão, à força, depois deve abaixar-se na altura da criança e dizer com a expressão rude que não gostou do seu comportamento.