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Leia o excerto a seguir.
“Vamos supor que duas crianças estejam brigando por causa de um balanço. O professor pode fingir que não está vendo. Ou pode ir lá e dizer: ‘Cada um balança dois minutos e eu vou ficar marcando.’ Ou ele pode chegar e falar: ‘Temos um balanço e duas crianças querendo balançar. Como vamos resolver isso? Como vamos fazer para que todos usem o balanço?’ Nos três casos, o professor está passando uma mensagem. Podem se pegar porque o problema é de vocês. Ou o adulto resolve o problema. Ou vamos resolver o problema sem agressão.”
(VINHA, Telma. O educador e a moralidade infantil numa perspectiva construtivista).
À luz de Telma Vinha, assinale a alternativa correta sobre o papel do professor diante de um conflito conforme o exemplo exposto.
Na perspectiva construtivista, o professor não deve intervir, deixando que as crianças se entendam.
É necessário fazer combinados com as crianças, pois todas as regras são negociáveis e dependem da configuração específica de cada grupo.
Conforme Piaget, para se desenvolver a autonomia das crianças, a sanção ou o castigo deve estar na mão das próprias crianças.
Para que crianças pequenas avancem, a função a ser cumprida pelo adulto é de passividade, de modo a não prejudicar o desenvolvimento inato das crianças.
O professor deve atuar como interlocutor ou mediador do problema, para que as crianças possam chegar a uma conclusão.