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Muitas propostas pedagógicas para creches e pré-escolas baseiam-se na brincadeira. O jogo tem sido definido na educação infantil como recurso para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças. Conforme Oliveira (2002), a intervenção do professor nos jogos das crianças deve
pautar-se por uma concepção espontaneísta da educação, o que significa deixar a criança livre para brincar como quiser, pois jogar é algo próprio da natureza biológica da espécie.
ser constante e direta em cada ação das crianças, deixando claro para elas que é o educador quem devem tomar a iniciativa dos jogos e conduzir seu desenvolvimento.
focar na criação de regras que servirão de parâmetros para que as brincadeiras se realizem de forma construtiva e significativa para todas as crianças.
basear-se em uma análise das situações de jogo produzidas pelas crianças, em relação tanto a seu conteúdo como a seus aspectos externos ou formais.
ser a mínima possível, pois é uma visão romântica pensar o jogo como uma atividade que tem a ver com conteúdos e habilidades a serem trabalhadas pela criança.