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Arlete, professora em uma escola do interior paulista, participou de um curso de atualização docente promovido por uma universidade local. Nesse curso, foram discutidas as ideias presentes no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI – vol. 3 (BRASIL, 1998), enfatizando-se que, movidas pelo interesse e pela curiosidade e confrontadas com as diversas respostas oferecidas por adultos, as crianças podem conhecer o mundo por meio da atividade física, afetiva e mental, construindo explicações subjetivas e individuais para os diferentes fenômenos e acontecimentos.
Refletindo sobre o que fora debatido, Arlete concluiu acertadamente que na Educação Infantil a aprendizagem matemática se dá
espontaneamente ou por acaso, dependendo das inúmeras situações que envolvem matemática no mundo das crianças.
preenchendo folhinhas com números e marcando quantidades de objetos de um conjunto em um quadradinho.
por meio de conteúdos matemáticos trabalhados aleatoriamente, aproveitando situações nascidas do cotidiano da criança.
apenas quando os alunos já sabem ler e escrever, pois antes disso eles não conseguem compreender situações lógicas.
a partir da curiosidade e do entusiasmo das crianças e na dependência do tipo de experiências vivenciadas na escola com os professores.