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Para Paulo Freire, o currículo padrão, o currículo de...

Para Paulo Freire, o currículo padrão, o currículo de transferência, é uma forma mecânica e autoritária de pensar sobre como organizar um programa, o que implica na falta de confiança na criatividade dos alunos e na capacidade dos professores. Quando existe uma instituição centralizadora de onde emergem os ditames do que “deve ser feito nas escolas”, pode-se considerar que há um comando que manipula, à distância, as atividades de educadores e educandos.


A dificuldade, mesmo atualmente, de se colocar em prática uma educação dialógica ou libertadora, provém, principalmente, do fato de que:


A

faltam espaços de interação e liberdade para que crianças e jovens criem seus próprios projetos.


B

a cidadania é muito difícil de ser alcançada quando se é criança ou jovem, porque dependem dos adultos.


C

todos estão tão dependentes da autoridade, que não sabem como ser responsáveis pela sua própria autonomia.


D

não existe apoio nas escolas e nem na sociedade para as manifestações educacionais e culturais.


E

os alunos e professores são vigiados o tempo todo, e não podem expressar os seus verdadeiros sentimentos.