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[..] Educador e educandos se arquivam na medida em que, nesta distorcida visão da educação, não há criatividade, não há transformação, não há saber. Só existe saber na invenção, na reinvenção, na busca inquieta, impaciente, permanente, que os homens fazem no mundo, com o mundo e com os outros. [...].
[...] a educação libertadora, problematizadora, já não pode ser o ato de depositar, ou de narrar, ou de transferir, ou de transmitir "conhecimentos" e valores aos educandos, meros pacientes, à maneira da educação "bancária", mas um ato cognoscente. [...]
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
Segundo Paulo Freire, a educação deve conscientizar o estudante, levá-lo a entender sua situação de oprimido e agir em favor da própria libertação, por isso:
A importância de uma pedagogia libertadora, que transforma um ser passivo em um ser reflexivo, capaz de modificar sua realidade e a realidade de outros.
Defende o método tradicional do processo de ensino aprendizagem onde o professor é aquele que detêm o conhecimento e o aluno é aquele que recebe esse conhecimento pronto e acabado.
Faz-se necessário que o oprimido tenha consciência, por meio da educação bancária, que existe um opressor dentro dele para quando deixar de ser um oprimido não se tornar um opressor.
Acredita na educação libertadora, que busca educar o homem na ação e reflexão sobre o mundo, uma educação tecnicista e problematizadora.