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De acordo com Aprendizagem da Linguagem Escrita: processos evolutivos e implicações didáticas, Liliana T. Landsmann, ao orientar sobre a semiografia frente à glotografia, explica que: cada tipo de mensagem exige diferentes habilidades, experiências e conhecimentos prévios.
Nesse contexto, a autora afirma que
a criança aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente, aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque não existe uma diferença quatitativa entre ambas. A razão de ser das últimas é sua independência de toda a forma linguística; quanto as primeiras, sua razão de ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de comunicação vigentes exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
a criança não aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque existe uma diferença qualitativa entre ambas. A razão de ser das últimas é sua independência de toda a forma linguística; quanto às primeiras, sua razão se ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de comunicação vigentes exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
a criança não aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque existe uma diferença qualitativa entre ambas. A razão de ser das últimas é sua independência de toda a forma linguística; quanto às iniciais, sua razão de ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de comunicação vigentes não exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.
a criança aprenderá a interpretar mensagens codificadas linguisticamente aprendendo a interpretar mensagens codificadas pictoricamente, porque existe uma diferença qualitativa entre ambas. A razão de ser das primeiras, é sua independência de toda a forma linguística; quanto às últimas, sua razão de ser é permitir sua reprodução, porém, a vida urbana e as formas de continuação vigentes exigem, evidentemente, que a criança saiba utilizar ambas as formas.