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“A escrita não é um produto escolar; mas, sim, um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade [...]. Existe um processo de aquisição da linguagem escrita que precede e excede os limites escolares.”
(Ferreiro e Teberosky, 2010. P. 44-45.)
Emília Ferreiro e Ana Teberosky partiram do pressuposto da teoria piagetiana; realizaram o estudo da Psicogênese da Língua Escrita, em Buenos Aires, na década de 70, do século anterior, e concluíram que, quando as crianças estão no processo de aquisição da língua escrita, elas pensam e notam o código, suas características formais gráficas e suas interpretações, principalmente no que tange: à quantidade mínima e à variedade de caracteres aceitas pelo sujeito; à relação entre desenho e texto; ao reconhecimento e à nomeação das letras; à distinção entre letras e demais sinais gráficos e à orientação espacial da leitura e da escrita etc.; e, dessa pesquisa, resultou a definição pelas autoras dos cinco níveis sucessivos e hipotéticos da escrita: grafismo, pré-silábico; silábico; silábico-alfabético; e, alfabético. Diante do exposto, analise as imagens a seguir.


(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/11/emilia-ferreiro-ana-teberosky-e-a-gnese-da-lngua-escrita.)
Considere as hipóteses definidas pelas autoras e as figuras dadas, relacionando-as. Assinale a alternativa que determina correta e sequencialmente as hipóteses da escrita.
1. Pré-silábico 2. Alfabético 3. Silábico-alfabético 4. Silábico
1. Silábico-alfabético 2. Pré-silábico 3. Alfabético 4. Silábico
1. Pré-silábico 2. Silábico 3. Silábico-alfabético 4. Alfabético
1. Alfabético 2. Pré-silábico 3. Silábico-alfabético 4. Alfabético