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Segundo Freire (1998), um professor progressista não pode...

Segundo Freire (1998), um professor progressista não pode, por um lado, se permitir a ingenuidade de pensar-se igual ao educando e desconhecer a especificidade da tarefa do professor; não pode, por outro lado, negar que seu papel fundamental é:


A

estimular a heteronomia do educando e transmitir sem contestação os conteúdos estabelecidos pelo sistema


B

contribuir para que o educando vá sendo o artífice de sua formação com a ajuda necessária do educador


C

não ter posicionamento político e assumir a neutralidade pedagógica de qualquer sistema de ensino


D

fornecer uma educação bancária e eliminar as possibilidades de criticidade do educando