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A avaliação é compreendida como balizadora das decisões pedagógicas, tendo em vista que "só se completa com a possibilidade de indicar caminhos mais adequados e mais satisfatórios para uma ação, que está em curso. O ato de avaliar implica a busca do melhor e mais satisfatório estado daquilo que está sendo avaliado" (LUCKESI, 2000, p. 11).
Avaliar, sob a perspectiva da teoria Histórico-Cultural, implica:
Compreender as condições objetivas de aprendizagem de cada criança e estudante, os seus conceitos espontâneos e os conceitos científicos consolidados por meio da mediação do professor e do caráter ativo desse sujeito da aprendizagem.
Referir-se a padrões preestabelecidos, em bases comparativas: critérios de promoção, gabaritos de respostas às tarefas, padrões de comportamento ideal. Uma qualidade que se confunde com a quantidade, pelo sistema de médias, estatísticas, índices numéricos dessa qualidade.
Um momento em que os alunos irão "provar" que aprenderam, de modo a separar os melhores alunos (mais inteligentes, mais esforçados, etc) dos alunos medianos, vendo as provas como uma espécie de instrumento neutro que serve apenas para realizar esta "separação".
Examinar todos os alunos de uma mesma forma, igualmente, com se todos os envolvidos no processo pensassem e se comportassem da mesma maneira, não levando em consideração o desenvolvimento integral do aluno ou suas demais habilidades.
Aplicar instrumentos como questionários, provas, trabalhos escritos em geral, em períodos regulares (final de cada mês, bimestre ou semestre) com o objetivo de verificar a quantidade de informações que os alunos assimilaram naquele período, classificando-os em escalas de notas ou de conceitos tratados como se fossem notas.