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Vivemos e convivemos em um espaço, onde tanto ele como os objetos à sua volta dão lugar a um conjunto de relações estruturadas e complexas. Perceber então essas relações, conhecê-las e representá-las mentalmente é uma tarefa que dedicamos desde o nosso nascimento. Para a criança bem pequena, o seu espaço é bastante reduzido – o berço e imediações. À medida que se iniciam outras atividades corporais, como rastejar, engatinhar, andar, ela vai construindo novas modalidades ampliadas do espaço, com a utilização dos órgãos dos sentidos. A percepção do espaço pela criança comporta uma construção progressiva e não é dada imediatamente desde o início da evolução mental. Em um primeiro estágio, as crianças reconhecem os objetos familiares, para depois serem capazes de reconhecer as formas topológicas, mas não reconhecem as formas euclidianas. Em um segundo estágio, reconhecem progressivamente as formas euclidianas, e somente em um terceiro estágio realizam uma coordenação operatória, em termos espaciais. Esclarecendo melhor essas relações de construção da noção de espaço, relacione os espaços citados com suas respectivas características.
1 – Espaço euclidiano.
2 – Espaço projetivo.
3 – Espaço topológico.
( ) Fundamenta-se nas as relações puramente qualitativas, tais como vizinhança, separação, envolvimento, etc., inerentes a uma figura particular.
( ) Baseia-se, essencialmente, na noção de distância, e a equivalência das figuras depende de sua igualdade matemática.
( ) É baseado na noção de reta; é a perspectiva ou a possibilidade de transformação projetiva que permite a equivalência das figuras.
A sequência correta é:
3 – 1 – 2.
1 – 3 – 2.
1 – 2 – 3.
2 – 3 – 1.