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Graziela é professora de um grupo de crianças de 4 anos. Ela propõe cotidianamente que seus alunos identifiquem suas produções escolares, inclusive desenhos. Algumas crianças, ao tentar escrever, fazem garatujas, enquanto outras colocam letras avulsas. À luz das contribuições de Emília Ferreiro (2010) sobre o processo de aquisição da língua escrita, a prática relatada é
exemplo da pressão por alfabetização precoce que sofre a educação infantil.
aberta às construções originais das crianças, em que revelam seus pensamentos sobre o sistema escrito.
um testemunho rico de que a criança inicialmente escreve o que ouve, ou seja, traduz o som em formas gráficas.
ineficiente, pois crianças aprendem primeiramente a ler e, só em outra fase de desenvolvimento, a escrever.
expressão da superioridade do método silábico sobre outras formas de ensinar a criança a ler e escrever.