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A ideia de contextualização voltou a entrar em pauta com a reforma do ensino médio, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/96), que acredita na interligação do conhecimento às suas circunstâncias, sobretudo em sua origem e aplicação. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), que são guias que orientam a escola e os professores na aplicação desse modelo, lançados em fins da década de 1990, já estavam estruturados em torno de dois eixos principais: a interdisciplinaridade e a contextualização. Com respeito ao segundo eixo, é possível afirmar que a contextualização visa especificamente:
Interligar e integrar os saberes fragmentados numa tentativa de reconstituir a totalidade perdida.
Promover uma visão elementística do conhecimento escolar em face ao caráter especialista do nosso tempo.
Tratar de problemáticas sociais urgentes, não contempladas nos conteúdos das disciplinas convencionais.
Vincular os conteúdos escolares a situações da vida cotidiana que façam sentido para o aluno.