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O verbete “alfabetização” é relevante se considerarmos que o pensamento pedagógico e social de Paulo Freire tem suas bases assentadas nas primeiras experiências realizadas entre os anos de 1957 e 1964, pois em suas reflexões sobre o ato educativo e sobre o mundo, de acordo com Paulo Rosas, seu parceiro e amigo de SESI e do Movimento da Cultura Popular (MCP), o próprio Freire disse que estes espaços foram dois polos de influência na germinação de suas ideias. No que tange ao MCP, Freire, em “Cartas a Cristina”, destaca os seguintes pontos que ancoram uma compreensão crítica da educação, EXCETO:
A alfabetização é um ato de memorização mecânica.
Compreender a cultura enquanto criação humana, pois homens e mulheres podem mudar através de suas ações.
O diálogo é o caminho da práxis alfabetizadora.
Leitura e escrita não se dicotomizam, ao contrário, se complementam e, se combinadas, o processo de aprendizagem fará parceria com a riqueza da oralidade dos(as) alfabetizandos(as).