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Freire (1996, p.34) afirma que “não há para mim, na...

Freire (1996, p.34) afirma que “não há para mim, na diferença e na ‘distância’ entre a ingenuidade e a criticidade, entre o saber de pura experiência feito e o que resulta dos procedimentos metodicamente rigorosos, uma ruptura, mas uma superação.”


De acordo com o pensamento desse autor, a criticidade necessária à ação docente


A

emerge da ruptura com o pensamento ingênuo e do cultivo da curiosidade.


B

é a evolução automática da ingenuidade, visto que as pessoas amadurecem com os acontecimentos.


C

relaciona-se à curiosidade ao se distanciar cada vez mais metódica e rigorosamente do objeto cognoscível.


D

pode ser feita fora de uma formação ética, desde que ao lado da formação estética.


E

indica uma prática educativa-progressista, isto é, o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita, indócil.