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A Unesco propõe a “Aprendizagem ao Longo da Vida”, um...

A Unesco propõe a “Aprendizagem ao Longo da Vida”, um princípio que vê a educação de modo integral, em contextos formais e não formais. A professora Márcia Mendonça (2005, p. 55) defende que “não se pode falar em gêneros sem considerar os processos de letramento; não se pode falar em letramento sem considerar os gêneros”, quando se fala em gêneros textuais.


(MENDONÇA, Márcia Rodrigues de Souza. Gêneros: por onde anda o letramento? In: SANTOS, Carmi Ferraz; MENDONÇA, Márcia (Org.). Alfabetização e letramento: conceitos e relações. 1 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. v. 1, p. 37-56.)


Com base nessa perspectiva, julgue as afirmativas abaixo:


I. O uso da linguagem no contexto profissional cotidiano deve ser um processo de estudo na escola, pois a realização do trabalho e as identidades profissionais encontram-se fundamentadas nas práticas discursivas e sociais com os mais diversos gêneros textuais.

II. Um planejamento educacional deve envolver práticas de letramento voltadas para o mundo do trabalho, que requer um mapeamento das diversas práticas de letramento de gêneros que os alunos (principalmente na Educação de Jovens, Adultos e Idosos) já utilizam ou daqueles gêneros que podem/devem utilizar para viver nas suas comunidades.

III. Diferentes práticas de letramento estão associadas a diferentes domínios da vida. O planejamento educacional deve englobar habilidades cognitivas que deem conta de textos escritos (leitura e produção textual), com determinação de crenças, valores e relações de poder associados a essas práticas.

IV. O significado e o uso das práticas de letramento (principalmente na Educação de Jovens, Adultos e Idosos) estão relacionados com os contextos culturais específicos, com relações de poder e ideologias. Portanto, saber ler e escrever não é simplesmente um uso da tecnologia neutra.


Está(ão) CORRETA(S)


A

II, III e IV, apenas.


B

I e III, apenas.


C

I, II, III e IV.


D

IV, apenas.


E

I e II, apenas.