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Teorias pedagógicas contemporâneas demonstram haver a necessidade histórica de superação de alguns aspectos negativos que o cotidiano escolar produziu no trabalho dos “especialistas” como, por exemplo, a fragmentação. Existem perspectivas teóricas que acreditam que uma ação integrada entre Administração, Supervisão e Orientação Educacional é o caminho para o melhor andamento dos processos pedagógicos. Para pesquisadores da área, os aspectos dessa subdivisão de tarefas têm se mostrado prejudiciais e unir esforços, agindo de forma integrada a partir das especificidades de cada profissional, seria uma alternativa. Ou seja, todos os setores ou funções da escola deveriam ter a perspectiva da posição de cada um no processo educativo e compreender os seus papéis e suas inter-relações.
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A partir dessa proposta integradora, é correto afirmar:
Não há necessidade de diálogos e planejamentos conjuntos entre os diferentes setores de uma escola. Cada setor deve realizar o seu próprio trabalho, da maneira mais individualizada possível.
Ao Supervisor Educacional cabe a fiscalização do trabalho docente a fim de assegurar um bom andamento do processo de ensino e a responsabilidade pela aprendizagem dos estudantes se restringe ao setor de Orientação Educacional. Com essa divisão de tarefas o trabalho se torna integrado.
A Administração, a Supervisão e a Orientação Educacional devem unir esforços para construir um trabalho conjunto em consonância com a Direção e os demais profissionais que atuam em um espaço escolar, bem como com os estudantes e as famílias.
A organização dos tempos, dos espaços e das práticas pedagógicas compete exclusivamente aos docentes. A Administração, a Supervisão e a Orientação Educacional devem concentrar-se em questões burocráticas da escola e nos estudantes considerados “problemas”, ou seja, naqueles que impedem o bom andamento das atividades de ensino planejadas e desenvolvidas pelo professor.
Com a finalidade de realizar a integração no espaço educacional, cabe aos Supervisores Educacionais e aos Orientadores Educacionais a definição de uma linha teórico-prática a ser seguida pela escola na qual atuam. Em especial, na concepção de um Projeto Político Pedagógico que seja moldado a partir de seus ideais individuais.